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Ó Maria, minha doce Mãe, Entrego-Te toda minha alma, meu corpo e meu pobre coração, Seja a guardião da minha vida,Especialmente na hora da morte, na última luta.” (Diário de Santa Faustina, p. 161)

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Comentário do dia
São Cirilo de Alexandria (380-444), bispo, doutor da Igreja
Comentário ao evangelho de João, 7, 10, 26; PG 74, 20

«As minhas ovelhas escutam a minha voz; Eu conheço-as e elas seguem-Me»

jesus-e-ovelhas3A marca distintiva das ovelhas de Cristo é a sua capacidade de escutar e de obedecer, enquanto as outras ovelhas se distinguem pela sua desobediência. Entendemos o verbo «escutar» no sentido do consentimento ao que foi dito. E aqueles que O escutam são conhecidos de Deus, porque «ser conhecido» significa estar unido a Ele. Mas não há ninguém que seja totalmente ignorado por Deus; por isso, quando Cristo disse: «Eu conheço as minhas ovelhas», queria dizer: «Eu as acolherei e as unirei a Mim de um modo místico e permanente.» Podemos dizer que, ao fazer-Se homem, Ele Se assemelhou a todos os homens pelo facto de tomar a sua natureza: estamos todos unidos a Cristo por causa de sua encarnação. Mas aqueles que não guardam a semelhança com a santidade de Cristo tornam-se estranhos para Ele. […]

PASTOR 4images«As minhas ovelhas seguem-Me», diz ainda Cristo. Na verdade, pela graça divina, os crentes seguem os passos de Cristo. Estes não obedecem aos preceitos da antiga Lei, que era uma prefiguração, mas, seguindo pela graça os preceitos de Cristo, elevam-se à sua altura, de acordo com a sua vocação de filhos de Deus. E, quando Cristo sobe ao céu, eles seguem-No.

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Neste vídeo, uma breve meditação de São Luís Maria Grignion de Montfort sobre a Grandeza e Co-Redenção de Maria Sempre Virgem.

 

 

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São Luís Maria Grignion de Montfort

totus tuus Índice

São Luís Maria Grignion de Montfort nasceu em 31 de Janeiro de 1673, em Montfort, na Bretanha francesa. Seu pai era João Batista Grignion de Bachelleraie e sua mãe, Joanna Visuelle de Chesnais. Ele era o filho mais velho de uma família numerosa. Teve, ao todo 17 irmãos, dos quais um padre, um irmão dominicano, uma irmã beneditina e uma irmã sacramentina. O Santo foi batizado logo depois do seu nascimento, recebendo o nome de Luís. Ao receber o Crisma, acrescentou o nome de Maria. Algum tempo depois, abandonou o nome da família e passou a se chamar Luís Maria Montfort.

Com 11 anos entrou no colégio jesuíta de Rennes e nele recebeu sólida formação humana e espiritual. No mesmo colégio, concluiu o curso de filosofia em 1692 e, sentindo-se chamado ao sacerdócio, vai no ano seguinte para Paris, afim de entrar no Seminário de São Sulpício e estudar teologia na Universidade de Sorbonne. Recebeu excelente formação teológica, que foi a base do seu trabalho missionário. Foi ordenado sacerdote em 5 de Junho de 1700. Decidiu ser padre para dedicar-se à evangelização dos povos estrangeiros, socorrer os pobres e proclamar o Reino de Jesus Cristo por Maria.

Em Julho de 1706, São Luís Maria vai a pé a Roma para ser recebido pelo Papa Clemente XI e confirmar sua vocação missionária. No dia 6 de Julho desse ano, o Papa confere a ele o título de Missionário Apostólico e lhe pede que seja missionário na França para renovar o espírito do cristianismo nos cristãos. Montfort tornou-se um grande missionário, que destacou-se pela sua devoção a Virgem Maria. Fundou a Congregação dos Missionários Monfortinos, das Filhas da Sabedoria e dos Irmãos de São Gabriel. Também escreveu vários livros, dos quais destaca-se o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”. Nesse Livro, São Luís apresenta seu método de consagração a Jesus Cristo pelas mãos da Virgem Maria, que foi a consagração do Beato João Paulo II e tantos outros santos e santas.

São Luís Maria morreu em 28 de Abril de 1716, aos 43 anos, depois de ter realizado mais de 100 missões populares. Foi canonizado pelo Papa Pio XII, em Roma, a 20 de Julho de 1947. Foi um missionário itinerante, zeloso na evangelização dos pobres. Levava sempre a Bíblia, o crucifixo e o rosário, que resumem sua experiência espiritual e a sua mensagem: conhecer e amar a Virgem Maria para conhecer e amar o Cristo.

Fonte: Pe. Amílcar José Alves Tavares, SMM

 

“Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”images

QUANDO ELE FALAVA DA VIRGEM MARIA

Doutros temas, falava geralmente numa linguagem natural e simples, para melhor se pôr ao alcance do povo. Falando, porém, de Maria Santíssima, a sua linguagem se tornava sublime, quase sobrenatural “O Padre de Montfort – diz Blain – nos aparece como o panegirista zeloso da Santíssima Virgem, o orador perpétuo de seus privilégios e de suas grandezas, o pregador incansável da sua devoção”.

Ele é, verdadeiramente, o Padre de Maria. Sua pessoa, sua ciência, sua virtude, sua eloqüência, tudo está ao serviço da excelsa Rainha dos corações.

maria rosamisticaA característica desta pregação é o entusiasmo. Montfort ama apaixonadamente o seu assunto. Ele quer transmitir ao auditório seus sentimentos para com a Mãe de Jesus, e quer abrasar as almas, que o escutam, com o mesmo fogo que o devora.

Daí uma eloqüência forte, viril, terna, convincente, que ora raciocina, ora suplica, às vezes chora, às vezes se indigna.

“Apenas havia ele começado a obra das missões – diz o Pe. Bernardo – logo se anuncia como um dos mais ardentes defensores da glória de Maria Santíssima”.

Quantos assistiram a seus sermões sobre Nossa Senhora asseveram que ele se ultrapassava a si mesmo neste assunto: tudo era grande e sublime nele.

Grandet, um de seus contemporâneos, escreveu também:”Quando Montfort falava de Maria, fosse em particular, fosse em público, era em termos tão fortes e tão tocantes, que comovia o coração dos ouvintes, a todos transportava, e ele mesmo parecia fora de si”.

“Doutros temas, falava geralmente numa linguagem natural e simples, para melhor se pôr ao alcance do povo. Falando, porém, de Maria Santíssima, a sua linguagem se tornava sublime, quase sobrenatural”.

Certo dia, a Virgem Santíssima recompensou por um prodígio o zelo ardente que tinha o seu apóstolo para fazê-la honrada e invocada.

É a 2 de fevereiro de 1715. São Luís, na igreja dos Dominicanos, em Rochelle, celebrava as grandezas da divina Mãe de Jesus, e, como de costume, o fez com uma unção, que arrebatava os ouvintes. De repente, reproduziu-se o fenômeno contado nos “Atos dos Apóstolos” a respeito do Mártir Santo Estêvão:

Montfort aparece como um anjo do Senhor; seu rosto, extenuado pelas austeridades e pelos trabalhos, torna-se fulgurante, desprendendo raios gloriosos, que o cercam e iluminam.

A mudança foi tão grande, que ninguém mais o pôde reconhecer senão pelo seu timbre de voz.
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São Luís Maria Grignion de Montfort24

 

 

 

 

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PENSANDO ALTO

Um dia ouvi um sacerdote criticar a escolha de ser ESCRAVO de Maria. Dizendo ser melhor ser filho. Mas logo pensei…somente os humildes acolherão ser escravos. Assim como na musica de consagração a Maria, onde a letra diz:  “Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me, como coisa e propriedade vossa, Amém” E muitos se constrangem, e trocam a palavra “coisa” por “filho.” Se achando humilhados em ser coisa nas mãos de Maria. Eu prefiro o testemunho de minha santinha favorita, santa Teresinha, que explicou seu abandono a Jesus, se colocando como uma simples bola nas mãos dele. (Sol)

“Havia algum tempo oferecera-me ao Menino Jesus para ser seu brinquedinho. Tinha-lhe dito para não me usar como brinquedo caro que as crianças só podem olhar sem ousar tocar, mas como uma bola sem valor que podia jogar no chão, dar pontapés, furar, largar num cantinho ou apertar contra seu coração conforme achasse melhor; numa palavra, queria divertir o Menino Jesus, agradar-lhe, queria entregar-me a suas manhas de criança… toda a esperança.”

(Santa Teresinha )

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PERTENCEMOS A JESUS CRISTO E A MARIA NA QUALIDADE DE ESCRAVOS

imagesHá duas maneiras, aqui na terra, de alguém pertencer a outrem e de depender de sua autoridade. São a simples servidão e a escravidão, donde a diferença que estabelecemos entre servo e escravo.

Pela servidão, comum entre os cristãos, um homem se põe a serviço de outro por um certo  tempo, recebendo determinada quantia ou recompensa.

Pela escravidão, um homem depende inteiramente de outro durante toda a vida, e deve servir a seu senhor, sem esperar salário nem recompensa alguma, como um dos animais sobre que o dono tem direito de vida e morte.

Há três espécies de escravidão25: por natureza, por constrangimento e por livre vontade.

Por natureza, todas as criaturas são escravas de Deus: “Domini est terra et  plenitudo eius” (Sl 23, 1). Os demônios e os réprobos são escravos por constrangimento; e os justos e os santos o são por livre e espontânea vontade. A escravidão voluntária é a mais perfeita, a mais gloriosa aos olhos de Deus, que olha o  coração (1Rs 16, 7), que pede o coração (Prov 23, 26) e que é chamado o Deus do coração (Sl 72, 26) ou da vontade amorosa, porque, por esta escravidão, escolhe-se, sobre todas as coisas, a Deus e seu serviço, ainda quando não o obriga a natureza.

 A diferença entre um servo e um escravo é total:

1º Um servo não dá a seu patrão tudo o que é, tudo o que possui ou pode adquirir por outrem ou por si mesmo; mas um escravo se dá integralmente a seu senhor, com tudo o que possui ou possa adquirir, sem nenhuma exceção.

2º O servo exige salário pelos serviços que presta a seu patrão; o escravo, porém, nada pode exigir, seja qual for a assiduidade, a habilidade, a força que empregue no trabalho.

3º O servo pode deixar o patrão quando quiser, ou ao menos quando expirar o tempo de serviço, mas o escravo não tem esse direito.

4º O patrão não tem sobre o servo direito algum de vida e de morte, de modo que, se o matasse como mata um se seus animais de carga, cometeria um homicídio; mas, pelas leis, o senhor tem sobre o escravo o poder de vida e morte26; de modo que pode vendê-lo a quem o quiser ou matá-lo, como, sem comparação, o faria a seu cavalo.

5º O servo, enfim, só por algum tempo fica a serviço de um patrão, enquanto o escravo o é para sempre.

* * *

Só a escravidão, entre os homens, põe uma pessoa na posse e dependência completa de outra. Nada há, do mesmo modo, que mais absolutamente nos faça pertencer a Jesus Cristo e a sua Mãe Santíssima do que a escravidão voluntária, conforme o exemplo do próprio Jesus Cristo, que, por nosso amor, tomou a forma de escravo: “Formam servi accipiens” (Filip 2, 7), e da Santíssima Virgem, que se declarou a escrava do Senhor (Lc 1, 38). O apóstolo honra-se várias vezes em suas epístolas com o título de “servus Christi”.27 A Sagrada Escritura chama muitas vezes os cristãos de “servi Christi”, e esta palavras “servus”, conforme a observação acertada de um grande homem28, significava, outrora, apenas escravo, pois não existiam servos como os de hoje, e os ricos só eram servidos por escravos ou libertos. E para que não haja a menor dúvida de que somos escravos de Jesus Cristo, o Concílio de Trento usa a expressão inequívoca “mancipia Christi” e no-lo aplica: escravos de Jesus Cristo.29 Isto posto:

Digo que devemos pertencer a Jesus Cristo e servi-lo, não só como servos mercenários, mas como escravos amorosos, que, por efeito de um grande amor, se dedicam a servi-lo como escravos, pela honra exclusiva de lhe pertencer. Antes do batismo, éramos escravos do demônio; o batismo nos fez escravos de Jesus Cristo. Importa, pois, que os cristãos sejam escravos ou do demônio ou de Jesus Cristo.

VirgemMaria20600AD-O que digo absolutamente de Jesus Cristo, digo-o também da Virgem Maria, pois Jesus Cristo, escolhendo-a para sua companheira inseparável na vida, na morte, na glória, em seu poder no céu e na terra, deu-lhe pela graça, relativamente à sua majestade, os mesmos direitos e privilégios que ele possui por natureza. “Quidquid Deo convenit per naturam, Mariae convenit per gratiam… – Tudo que convém a Deus pela natureza, convém a Maria pela graça”, dizem os santos. Assim, conforme este ensinamento, pois que ambos têm a mesma vontade e o mesmo poder, têm também os mesmos súditos, servos e escravos.30

Podemos, portanto, seguindo a opinião dos santos e de muitos doutos, dizer-nos e fazer-nos escravos da Santíssima Virgem, para deste modo nos tornarmos mais perfeitamente escravos de Jesus Cristo.29 A Santíssima Virgem é o meio de que Nosso Senhor se serviu para vir até nós; e é o meio de que nos devemos servir para ir a ele.30 Bem diferente é ela das outras criaturas, as quais, se a elas nos apegarmos, poderão antes afastar-nos que aproximar-nos de Deus. A mais forte inclinação de Maria é unir-nos a Jesus Cristo, seu divino Filho; e a mais forte inclinação do Filho é que vamos a ele por meio de sua Mãe Santíssima. E isto é para ele tanta honra e prazer, como seria para um rei honra e prazer, se alguém, para tornar-se mais perfeitamente seu escravo, se fizesse escravo da rainha. Eis por que os Santos Padres, e São Boaventura com eles, dizem que a Santíssima Virgem é o caminho para chegar a Nosso Senhor: “Via veniendi ad Christum est appropinquare ad illam”.31

maria totus 10639685_677873872319484_9002683206031550907_nAlém disso, se a Virgem Santíssima, como já disse (v. nº 38), é a rainha e soberana do céu e da terra – “Imperio Dei omnia subiciuntur et Deus”32, dizem Santo Anselmo, São Bernardo, São Boaventura – não possui ela tantos súditos e escravos quantas criaturas existem?33 Não é razoável que, entre tantos escravos por constrangimento, haja alguns por amor, que de boa vontade e na qualidade de escravos, escolham Maria para sua soberana? Pois então os homens e os demônios terão seus escravos voluntários e Maria não há de tê-los? Seria desonra para um rei se a rainha, sua companheira, não possuísse escravos sobre os quais tivesse direito de vida e morte34, pois a honra e o poder do rei são a honra e o poder da rainha; e pode-se acreditar que Nosso Senhor, o melhor de todos os filhos, que deu a sua Mãe Santíssima parte de todo o seu poder, considere um mal ter ela escravos?35 Terá ele menos respeito e amor a sua Mãe do que teve Assuero a Éster e Salomão a betsabé? Quem ousaria dizê-lo ou pensá-lo sequer?

 Mas onde me leva minha pena? Por que me detenho aqui a provar uma coisa tão evidente? Se alguém recusa confessar-se escravo de Maria, que importa? Que se faça e diga escravo de Jesus Cristo. É o mesmo que ser escravo da Santíssima Virgem, pois Jesus é o fruto e a glória de Maria. e isto se faz perfeitamente pela devoção de que falaremos a seguir.36

Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem – SãoLuiz de Montfort

 

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Estrela do Mar

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TOTUS TUUS EGO SUM MARIAE ET OMNIA MEA TUA SUNT (Sou todo teu, Maria, e tudo o que é meu é teu)

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Ave, do mar Estrela,
Bendita Mãe de Deus,
Fecunda e sempre Virgem,
Portal feliz dos Céus.

Ouvindo aquele Ave
Do anjo Gabriel,
Mudando de Eva o nome,
Trazei-nos Paz do Céu.

Ao cego iluminai,
Ao réu livrai também;
De todo mal guardai-nos
E dai-nos todo o bem.

Mostrai ser nossa Mãe,
Levando a nossa voz
A Quem, por nós nascido,
Dignou-se vir de vós.

Suave mais que todas,
Ó Virgem sem igual,
Fazei-nos mansos, puros,
Guardai-nos contra o mal.

Oh!, dai-nos vida pura
Guiai-nos para a Luz,
E um dia, ao voso lado,
Possamos ver Jesus.

Louvor a Deus, o Pai,
E ao Filho, Sumo Bem,
Com Seu Divino Espírito
Agora e sempre, Amém

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Rosas vermelhas, folhas e brilhos

No vídeo acima:  1-O Santo Nome de Jesus  e 2- Salve Mater Misericordiae

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ORAÇÃO A VIRGEM MARIA

“Ó Maria, Virgem Imaculada, Cristal puro para o meu coração, Tu és minha força, ó âncora firme, Tu és o escudo e a proteção do coração fraco.

Ó Maria, Tu é pura e imcomparável, Virgem e Mãe ao mesmo tempo, Tu és bela como sol, sem mancha alguma, Nada pode comparar com a imagem da Tua alma.

Tua beleza encantou o olhar do Três Vezes Santo, Que desceu do Céu, abandonando o trono da sede eterna, E assumiu o Corpo e o Sangue do Teu Coração, Por nove meses ocultando-se no Coração da Virgem.

Ó Mãe, Virgem, ninguém compreenderáQue Deus incomensurável se torne homem, E apenas por Seu amor e Sua misericórdia insondável, Por ti, ó Mãe, nos foi dado viver com Ele pelos séculos.

Ó Maria, Mãe e Virgem e Porta do Céu,Por ti nos veio a salvação, E toda a graça flui para nós por Tuas mãos, E apenas a fiel imitação de Ti me santificará.

Ó Maria, Virgem – Lírio mais belo, Teu Coração foi o primeiro sacrário de Jesus na Terra, E só porque Tua humildade foi a mais profunda, Foste elevada acima de todos os coros do Anjos e dos Santos.

Ó Maria, minha doce Mãe, Entrego-Te toda minha alma, meu corpo e meu pobre coração, Seja a guardião da minha vida,Especialmente na hora da morte, na última luta.”

(Diário de Santa Faustina, p. 161)

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OREMOS SEMPRE!

“É pela oração que a alma se arma para toda espécie de combate. Em qualquer estado em que se encontre, a alma deve rezar. Tem que rezar a alma pura e bela, porque de outra forma perderia a sua beleza; deve rezar a alma que está buscando essa pureza, porque de outra forma não a atingiria; deve rezar a alma recém-convertida, porque de outra forma cairia novamente; deve rezar a alma pecadora, atolada em pecados, para que possa levantar-se. E não existe uma só alma que não tenha a obrigação de rezar, porque toda a graça provém da oração” (Santa Faustina – Diário, 146).

 

Maria, eu te amo!

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Sempre escrava Maria…Sempre mendiga a buscar as migalhas da mesa ! As migalhas já me deixam saciada de tanto amor! Se um dia merecer o banquete, que seja na hora de minha morte, onde esperarei que venhas buscar-me, mãe de misericordia, para apresentar minha vida ao teu filho Jesus!

(Sol)

terça feira.

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