Quae est vita vestra? Vapor est ad modicum parens. Que é vossa vida? É vapor que aparece por um instante (Tg 4,14)

 

Qual remédio cura a nossa decepção?

Precisamos combater e vencer a decepção

 

 

“Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram” (Lc 24,13-16).

Nós, que ainda não temos sentidos para ver o Senhor, precisamos saber que, quando estamos na dor, no sofrimento ou em grandes alegrias, não estamos sós, porque Jesus está ao nosso lado como estava ao lado dos dois discípulos. A decepção cega e nos faz pessimistas. Aqueles dois eram discípulos, mas tudo o que aconteceu com Jesus, condenação e morte, decepcionou-os de tal maneira que ficaram cegos.

A decepção é inevitável, não depende de nós. Quantos se decepcionam e cultivam esse sentimento! O pior é que os efeitos desse sentimento aumentam dentro de nós com o passar do tempo.

Nós temos de renunciar às frustrações. É você quem deve dominar seus sentimentos; não eles a você. Nós, muitas vezes, permitimos que tristezas tão terríveis, tão tóxicas, nos contaminem. Uma vez que a decepção nos pega, precisamos combatê-la e vencê-la. As doenças da alma e do coração são piores do que as do corpo.

A decepção com pessoas e instituições ligadas às religiões e a Deus são piores, porque alguns acabam se decepcionando com a Igreja e, consequentemente, com o Senhor. Isso é terrível, porque daí vem o esfriamento e o afastamento em relação às coisas do Senhor. Como os discípulos de Emaús, você precisa superar esse sentimento, renunciando-o. Talvez as pessoas que o magoaram continuem erradas, mas é preciso que você não guarde esse sentimento em seu coração. Renuncie e salve a sua alma.

Se os nossos inimigos soubessem como sofremos quando nos decepcionamos, ficariam contentíssimos, porque eles, ao contrário de nós, continuam levando a vida deles. Não tenha medo, renuncie às suas decepções. Peça oração, peça que rezem com você pela cura do seu coração, dos seus sentimentos.

Os discípulos, decepcionados, entraram num pessimismo tremendo. Eles reconheceram quem era Jesus, mas ficaram tão cegos que a fé deles “eclipsou” e tudo o que disseram a Jesus foram coisas pessimistas. Mas o Senhor “entra em cena” e os repreende: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! Será que o Cristo não deveria sofrer tudo isso para entrar na sua glória?” (Lc 24,25-26). Então, Jesus começa a fazer, novamente, toda uma catequese para eles. Quando os discípulos convidam Jesus para ficar com eles e preparam a refeição, ao partir do pão, eles reconhecem o Senhor, mas Ele desaparece diante de seus olhos.

Meus irmãos, qual o jeito de sairmos da nossa cegueira espiritual e do pessimismo? É nos voltarmos para Jesus. Além de estar presente no Sacrário e na Santa Missa, o Senhor está conosco quando estamos trabalhando. Até mesmo quando você está fazendo coisas erradas, Jesus está com você. O remédio para a decepção é Cristo. Mas, muitas vezes, fazemos o contrário, decepcionamo-nos e nos afastamos d’Ele.

É impossível viver sem passar por decepções, porque isso não depende de nós. É impossível viver sem sofrimento. Por isso, temos de ser espertos e renunciá-los. O espinho entrou? Retire-o! É isso que Jesus está nos ensinando no dia de hoje.

Deus Pai, que cada um de meus irmãos e irmãs tenha a graça de superar as próprias decepções e suas consequências, que faz com que elas adoeçam e, muitas vezes, afastem-se da Igreja e do Senhor. Pai, toque, cure os meus irmãos! Dê-lhes coragem de renunciar logo que sintam os primeiros sintomas da doença.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

https://padrejonas.cancaonova.com

 

Pensando…

Tenho amigos que adoraram Jesus comigo na capela do santíssimo, com amor apaixonado!Que chegamos a dançar feito crianças de mãos dadas, felizes por ter descoberto este amor! E hoje me surpreendem, andando por caminhos que entristecem o coração de Deus. Frios a sua presença Eucarística. Vivendo no pecado e com mascaras de felicidade. Rindo na minha fé, que um dia foi nossa! Essa é a morte que entristece realmente o coração da gente!
A morte de um justo, nos alegra! Pois temos a certeza que tendo um amigo intercedendo no céu, estaremos mais perto dele.
Porem a morte de um amigo que por escolha própria se afastou da vontade de Deus,e que pode perder o céu! Esta é uma dor, maior que a saudade da morte corporal! Saudade do tempo que vivemos o céu na terra com alguns amigos, que agora desejaram ficar distantes da graça de Deus.

(Sol) 

 

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(Meditando a morte, e rezando com Santo Afonso de Ligório)

 

 

AFETOS E SÚPLICAS

 

Agradeço-vos, meu Jesus Redentor, o não meterdes deixado morrer quando incorrera no vosso desagrado!

Há quantos anos já, mereci estar no inferno! Se eu tivesse morrido naquele dia, naquela noite, que teria sido de mim por toda a eternidade? Senhor, dou-vos graças por esse benefício.

Aceito minha morte em satisfação de meus pecados e aceito-a tal qual me quiserdes enviar; mas, já que haveis esperado até esta hora, esperai mais um pouco ainda.

Dai-me tempo de chorar as ofensas que vos fiz, antes que chegue o dia em que tereis de julgar-me. Não quero resistir, por mais tempo, ao vosso chamado.

Talvez, estas palavras que acabo de ler, sejam para mim vosso último convite! Confesso que não mereço misericórdia.

Tantas vezes me tendes perdoado, e eu, ingrato, tornei a vos ofender! Senhor, já que não sabeis desprezar nenhum coração que se humilha e se arrepende (Sl 50,19), eis aqui um traidor, que arrependido recorre a vós! Por piedade, não me repilais de vossa presença (Sl 50,13).

Vós mesmo dissestes: “aquele que vem a mim, não o desprezarei ” (Jo 6,37).

É verdade que vos ofendi mais que os outros, porque mais que os outros fui favorecido por vossa luz e vossa graça.

Mas anima-me o sangue que por mim derramastes, e me fez esperar o perdão se me arrepender sinceramente. Sim, Sumo Bem de minha alma, arrependo-me de todo o coração de vos ter desprezado. Perdoai-me e concedei-me a graça de vos amar para o futuro. Basta de ofensas. Não quero, meu Jesus, empregar o resto de minha vida em injuriar- vos; quero unicamente empregá-la em chorar sem cessar os ultrajes que vos fiz, e em amar-vos de todo o coração.

Ó Deus, digno de amor infinito!

Ó Maria, minha esperança, rogai a Jesus por mim!

 

 

http://www.salverainha.com.br/downloads/Preparacao_para_a_Morte.pdf

 

 

 

AFETOS E SÚPLICAS
Eis aqui, meu Deus, a que se reduzirá também este meu corpo, por meio do qual tanto vos tenho ofendido: presa dos vermes e da podridão! Mas não me aflijo, Senhor; antes me regozijo de que as- sim se tenha que corromper e consumir-se esta carne que me fez perder a vós, meu Sumo Bem. O que me contrista é ter-vos causado tanto desgosto, indo à procura de míseros prazeres. Não quero, porém, desconfiar da vossa misericórdia. Vós esperastes por mim para me perdoar (Is 30,18). E que- reis perdoar-me se me arrependo. Sim, arrependo- me, ó Bondade infinita, de todo o meu coração, de vos ter desprezado.
Direi com Santa Catarina de Gênova: “Meu Jesus, nunca mais pecarei, nunca
mais pecarei”. Não quero abusar por mais tempo da vossa paciência.
Não quero esperar, meu amor crucificado, para
vos abraçar quando me fordes apresentado pelo confessor na hora da morte. Desde já, vos abraço; desde já, vos recomendo minha alma. Como esta minha alma tem passado tantos anos sem amar- vos, dai-me luz e força para que vos ame no resto de minha vida.
Não esperarei, não, para amar-vos, até que se aproxime a hora derradeira.
Desde já, vos abraço e estreito ao coração, prometendo jamais vos abandonar.
Ó Virgem Santíssima, uni-me a Jesus Cristo, alcançando-me a graça de não o perder nunca!

AFETOS E SÚPLICAS
Meu amado Redentor!
o me atreveria a aparecer diante de vós, se não vos visse pregado à cruz, despedaçado, escarnecido e morto por minha causa.
Grande é minha ingratidão, porém maior é ainda vossa misericórdia. Muito grandes foram meus pecados, maiores são vossos méritos.
Em vossas chagas, em vossa morte ponho minha esperança. Mereci o inferno desde o primeiro momento do meu pecado e, apesar disso, voltei a ofender-vos mil e mil vezes.
E vós, não só me haveis conservado a vida, mas com extrema bondade e amor me oferecestes o perdão e a paz.
Como posso recear que me afasteis agora que vos amo, e que não desejo senão vossa graça?
Sim, amo-vos de todo o coração, ó meu
Senhor, e meu único anseio é amar-vos. Adoro-vos, e pesa-me de ter-vos ofendido, não tanto porque mereci o inferno, como por ter desprezado a vós, meu Deus, que tanto me amais.
Abri, pois, meu Jesus, o tesouro de vossa bondade,
e acrescentai misericórdia a misericórdia.
Fazei com que eu não torne a ser ingrato para convosco e mudai completamente o meu coração, a fim de que seja todo vosso, e inflamado sempre pelas chamas do vosso amor, já que outrora vos menosprezou, preferindo os vis prazeres deste mundo.
Espero alcançar o paraíso, para vos amar sempre; e ainda que ali não poderei tomar lugar entre os inocentes, colocar-me-ei ao lado dos penitentes, desejando, entre estes, amar-vos mais que os inocentes.
Para glória da vossa misericórdia, veja o céu como arde em vosso amor um pecador que tanto vos ofendeu.
Tomo hoje a resolução de entregar-me todo a vós, e de só pensar em vos amar.
Ajudai-me com vossa luz e graça, a fim de que cumpra este desejo, inspirado também por vossa bondade.
Ó Maria, Mãe da perseverança, alcançai-me a graça de ser fiel à minha promessa!

AFETOS E SÚPLICAS

 

 

Aqui me tendes, Senhor; sou aquela árvore que há muitos anos merecia ouvir de vós estas palavras: “Cortai-a, pois, para que de balde há de ocupar terreno?” (Lc 13,7). Nada mais certo, porque, em tantos anos que estou no mundo, ainda não dei frutos senão cardos e espinhos do pecado.
Mas vós, Senhor, não quereis que desespere. Dissestes a todos: aquele que me procurar, achar-me-á (Mt 7,7). Procuro-vos, meu Deus, e quero receber vossa graça. Detesto, de todo o coração, as ofensas que cometi e quisera morrer de dor por elas.
No passado fugi de vós, mas agora prefiro vossa amizade à posse de todos os reinos do mundo. Não quero mais resistir ao vosso chamamento. Quereis- me todo para vós e sem reserva entrego-me inteiramente.
Na cruz, destes-vos todo a mim; todo me dou a vós.
Senhor, vós dissestes: “Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a darei” (Jo 14,14).
Meu Jesus, confiado nessa grande promessa, pelo vosso santo nome e pelos vossos méritos, peço a vossa graça e o vosso amor. Fazei que deles se replete minha alma, onde antes morava o pecado. Agradeço-vos por me terdes inspirado o pensamento de dirigir- vos esta oração, sinal evidente de que quereis ouvir-me. Ouvi-me, pois, meu Jesus! Concedei-me grande amor por vós, dai-me um grande desejo de agradar-vos e depois a força de cumpri-lo.
Ó Maria, minha excelsa intercessora, escutai- me vós também e rogai a Jesus por mim!
São Camilo de Lélis, ao aproximar-se de alguma sepultura, fazia estas reflexões: Se estes mortos voltassem ao mundo, que não fariam pela vida eterna? E eu, que disponho de tempo, que faço eu por minha alma? Este Santo pensava assim por humildade; mas tu, querido irmão, talvez
com razão receies ser considerado aquela figueira sem fruto, da qual disse o Senhor:“Três anos já que venho a buscar frutas a esta figueira, e não os achei”
(Lc 13,7).
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“Ele agradou a Deus e por Ele foi amado, assim Deus o transferiu do meio dos pecadores onde vivia. Foi arrebatado para que o mal não lhe corrompesse o sentimento, nem a astúcia lhe pervertesse a alma… Tendo chegado rapidamente ao termo (à morte) percorreu uma longa carreira, sua alma era agradável ao Senhor e é por isso que Ele a retirou depressa do meio da perversidade. A juventude atingindo tão depressa a perfeição confunde a longa velhice dos pecadores (Sab 4, 7-16).

O justo, porém, ainda que morra prematuramente, encontrará descanso.
(Sabedoria 4, 7)

 

 

 

 

Quae est vita vestra? Vapor est ad modicum parens.
Que é vossa vida? É vapor que aparece por um instante
(Tg 4,14)
Estote parati, quia qua hora non putatis, Filius
hominis veniet.
Estai prevenidos, porque na hora em que menos pensais virá o Filho do Homem
(Lc 12,40).

 

 

 

Morte do justo

Pretiosa in conspectu Domini mors sanctorum ejus.
E’ preciosa na presença de Deus a morte de seus Santos
(Sl 115,15).
Considerada a morte à luz deste mundo, nos espanta e inspira temor; mas,segundo a luz da fé, é desejável e consoladora. Parece terrível aos pecadores; mas aos olhos dos justos se apresenta amável e preciosa. Preciosa, — disse São Bernardo — porque é o termo dos trabalhos, a coroa da vitória, a porta da vida”. E, na verdade, a morte é termo de penas e trabalhos. O homem nascido de mulher vive curto tempo e está sujeito a muitas misérias (Jó 14,1). Eis aí o que é a nossa vida,  curta e cheia de misérias, enfermidades, inquietações e sofrimentos.
Os mundanos, desejosos de longa vida — diz Sêneca — que procuram senão mais prolongado tormento? (Ep 101). Que é continuar a viver — exclama Santo Agostinho — se não continuar a sofrer?. A vida presente — disse Santo Ambrósio — não nos foi dada para repousar, mas para trabalhar, e, por meio destes trabalhos, merecer a vida eterna (Serm. 45).
Com razão, afirma Tertuliano que Deus abrevia o tormento de alguém, quando lhe abrevia a vida. Ainda que a morte tenha sido imposta por castigo do pecado, são tantas as misérias desta vida, que, como  disse Santo Ambrósio — mais parece alívio o morrer do que castigo.
Deus chama bem-aventurados aos que morrem na sua graça, porque acabam os trabalhos e começam a descansar.
“Bem-aventurados os mortos que morrem no Senhor. Desde hoje — disse o Espírito Santo — que descansem de seus trabalhos” (Ap14,13).
Os tormentos que afligem os pecadores na hora
da morte não afligem os Santos. “As almas dos justos estão nas mãos de Deus, e não os atingirá o tormento da morte” (Sb 3,1). Não temem os Santos aquela ordem de sair desta vida, que tanto amedronta aos mundanos, nem se afligem por terem de deixar os bens da terra, porque nunca apegaram a eles o seu coração. “Deus do meu coração — repetiram sempre; Deus meu por toda a eternidade” (Sl 72,26).  Sois felizes, — escrevia o Apóstolo a seus discípulos, que tinham sido despojados de seus bens por terem
confessado a Cristo. — Suportastes essa perda com alegria, sabendo que vos esperava patrimônio mais excelente e duradouro (Hb10,34).
Não se afligem os Santos por terem de deixar honras mundanas, pois sempre as desprezaram e as tiveram na conta do que são efetivamente: fumo e vaidade, e somente estimaram a honra de amar a Deus e de ser por Ele amados. Não se afligem por terem de deixar seus parentes, porque somente os amaram em Deus, e, ao morrer, os deixam recomendados àquele Pai celestial que os ama mais do que eles; e esperando salvar-se, crêem que melhor lhes poderão ajudar lá no céu do que ficando na terra.
Em suma: todos aqueles que disseram sempre durante a vida Meu Deus e meu tudo, repetem no ainda com maior consolo e ternura no momento da morte.
Quem morre no amor de Deus, não se inquieta com as dores que acompanham a morte, antes se compraz nelas, considerando que a vida vai-se acabar e que já não terá mais a sofrer por Deus nem a testemunhar-lhe novas provas de amor. Assim, com afeto e paz, lhe oferece os últimos restos da sua vida e consola-se, unindo o sacrifício de sua morte ao sacrifício que Jesus Cristo ofereceu por nós na cruz a seu eterno Pai. Desta maneira morre satisfeito, dizendo: “Em seu seio dormirei e descansarei em paz” (Sl 4,8).
Que felicidade morrer entregando- se nos braços de Cristo, que nos amou até à morte, e que quis sofrer morte tão cruel para alcançar-nos morte doce e consoladora!
“Consolai-vos comigo, porque deixo este vale de
lágrimas e vou para a pátria da paz”
(Santa Catarina de Sena)

 

 

DIALOGANDO COM JESUS

As vezes me sinto feito os discípulos de Emaús,

olhando para as dificuldades. 

Parece que o Senhor se escondeu quando a dor chega a corroer a alma.

E revivo o que viveram os discípulos quando o desanimo os visitou.

Te encontro presente e vivo, no santo altar da Eucaristia.

E lá, meus olhos se abrem, e minha esperança se renova!

Fica  conosco Senhor!

(Sol)

 

 

 

 

Partilhando…

Acordei as três horas da madrugada, e pensei, deveria ir meditar e montar o blog. Mas olhei para minha preguiça, meu sono, e virei do outro lado, e dormi novamente. Quando eram três e meia,  o despertador do meu celular começou a despertar. Meu marido me acordou, e eu não conseguia desliga-lo, quando consegui,  perdi o sono…E pensei…agora vou levantar…e rezar.

Estou a recordar de uma oração que fiz a alguns dias:

“Mãezinha, já não sou mais a mesma, sinto cansaço e não me esforço para levantar para rezar nas madrugadas. Quando achar necessário, insiste comigo, e me acorda. “

Sabe, eu não coloquei o relógio para despertas as 3:30 hrs…

Sei lá o que aconteceu…

Mas foi bom estar aqui, e amanhecer aprendendo, e cuidando da minha fé.

Prefiro acreditar…que sendo toda dela, ela direciona tudo que vivo!

Totus Tuus Maria amada!

(Sol)

 

 

ACASO NÃO SABEIS, QUE EU SOU DA IMACULADA!

 

 

 

 

 

 

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