Vinde, Espírito Santo! Vinde! Pedimos forças Pelas mãos de Maria.

Vinde, Espírito Santo! Vinde!

Pedimos forças Pelas mãos de Maria.

Ela conhece bem todos Seus queridos filhos

E não deixará faltar Para nós seu auxílio.

Virgem Maria, Esposa do Espírito Santo

A Virgem Maria tem uma ligação estreita com o Divino Espírito Santo. Ela concebeu Jesus por obra Dele; é santa e Imaculada por Sua obra; esteve com os Apóstolos no dia de Pentecostes; e se tornou Mãe da Igreja e Mãe de cada homem e mulher que Jesus resgatou com Seu sangue.

Portanto, é muito importante que aquele que é batizado no Espírito Santo, tenha um conhecimento profundo sobre o que a Igreja ensina sobre a Mãe de Deus, e tenha intimidade com Ela. Por isso, vamos apresentar aqui um resumo do que a Igreja ensina.

A predestinação de Maria

A Igreja ensina que a Virgem Maria foi predestinada por Deus, desde sempre, para ser a Mãe do Redentor dos homens.

Diz o Catecismo:

“Deus enviou Seu Filho” (Gl 4,4), mas, para “formar-lhe um corpo” quis a livre cooperação de uma criatura. Por isso, desde toda a eternidade, Deus escolheu, para ser a Mãe de Seu Filho, uma filha de Israel, uma jovem judia de Nazaré na Galileia,“uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi, e o nome da virgem era Maria” (Lc 1,26-27):

Quis o Pai das misericórdias que a Encarnação fosse precedida pela aceitação daquela que era predestinada a ser Mãe de seu Filho, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, uma mulher também contribuísse para a vida” (§488).

A Imaculada Conceição

“Para ser a Mãe do Salvador, Maria foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função.” No momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”.

Efetivamente, para poder dar o assentimento livre de sua fé ao anúncio de sua vocação era preciso que ela estivesse totalmente sob a moção da graça de Deus (CIC, §490).

A Igreja tomou consciência de que Maria, “cumulada de graça” por Deus, foi redimida desde a concepção. É isso que confessa o dogma da Imaculada Conceição, proclamado em 1854 pelo Papa Pio IX:

“A beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano foi preservada imune de toda mancha do pecado original.”

Os Padres da Igreja chamam a Mãe de Deus de “a toda santa” (Pan-hagia), celebram-na como “imune de toda mancha de pecado, tendo sido plasmada pelo Espírito Santo, e formada como uma nova criatura”. Pela graça de Deus, Maria permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.

https://cleofas.com.br/virgem-maria-esposa-do-espirito-santo/

 

A COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA

A tradição de coroar a imagem de Nossa Senhora no mês de maio, especialmente no encerramento do mês a Ela dedicado, é antiga em nossa Igreja, e surgiu na Europa.

Naquela região, o mês é primavera, são colhidos os frutos da terra e as flores do campo são cheias de cores e de perfumes. E isto remete a Maria, que é considerada a flor mais bela.

No século X, o rei da Hungria Santo Estevão consagrou o seu reino a Nossa Senhora, colocando a sua coroa aos pés da imagem de Maria Santíssima. O mesmo fez Dom Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, gesto repetido por Dom João IV, com oferta de vassalagem e promessa de feudo de Portugal a Nossa Senhora. Daí por diante os reis de Portugal não mais usaram a coroa, pois pertencia a Maria Santíssima, e todos são retratados sem coroa, tendo-a ao lado em uma almofada. A Rainha era a Mãe do Céu.

Esta tradição se solidificou no século XIV, em Paris, onde a figura de Maria ganhou destaque. A Mãe de Deus era simbolizada como uma flor adornada de jóias, então, surgiram as coroações.

Foi São Felipe Neri que começou a dedicar o mês de maio à Maria fazendo a ela homenagens com flores. Daí vem o piedoso costume da Coroação de Nossa Senhora, como sempre se fez e faz em muitas paróquias. Desde então, devotos realizam coroações da imagem de Nossa Senhora durante este mês. A tradição chegou ao Brasil através dos portugueses.

Este gesto da coroação é simbólico. É uma maneira de externar o carinho que sentimos pela Mãe de Jesus e nossa Mãe.
As homenagens também são uma forma de reconhecimento: Maria é a Mãe de Deus!

Celebrar o Mês de Maria é devotar o nosso amor à Mãe de Deus e nossa Mãe. Um dos elementos marcantes do catolicismo é a devoção mariana. Coroar Nossa Senhora é demonstrar que a reconhecemos como “Rainha”, mesmo na simplicidade de sua figura.

Maria é rainha porque é Mãe de Cristo, o Rei. É rainha porque excede todas as criaturas em santidade: “Ela encerra toda a bondade das criaturas”, diz Dante na Divina Comédia. Todos os cristãos veem e veneram nela a superabundante generosidade do amor divino, que a cumulou de todos os bens. Mas ela distribui real e maternalmente tudo o que recebeu do Rei, protege com o seu poder os filhos adquiridos em virtude da sua corredenção, e os alegra com os seus dons, pois o rei determinou que toda graça passe por suas mãos de rainha.

Por isso, a Igreja convida os fiéis a invocá-la não só com o doce nome de mãe, mas também com aquele reverente de rainha, como no céu a saúdam com felicidade e amor os anjos, os patriarcas, os profetas, os apóstolos, os mártires, os confessores, as virgens. Maria foi coroada com o dúplice diadema de virgindade e de maternidade divina: “O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus”. No Céu, a Virgem de coração mais humilde foi a mais exaltada, conforme prometeu Jesus: “quem se humilha será exaltado”. Foi recebida no Céu pelos coros dos anjos e coroada por seu Divino Filho, recebendo as honras da Santíssima Trindade.
_____________________________
Ave, Rainha do céu; ave, dos anjos
Senhora; ave, raiz, ave, porta;
da luz do mundo és aurora.
Exulta, ó Virgem tão bela, as outras
seguem-te após; nós te saudamos: adeus!
E pede a Cristo por nós!
Virgem Mãe, ó Maria!

 

Porque coroamos a imagem de Nossa Senhora?

A devoção que a Igreja tem de coroar a imagem da Virgem Maria em muitas datas em que celebramos uma festa a ela dedicada, em especial no mês de Maio, é muito antiga.

Este gesto quer externar o carinho que sentimos pela Mãe de Jesus e nossa Mãe. Não se trata de uma devoção vazia de sentido, e nem mesmo a consideramos uma deusa, pois Maria não é um fim em si mesma. Não é meta, mas é sinal.

Sua missão é sempre nos apontar Jesus. Ela é aurora que antecede a luz radiante do magnífico Sol que é Cristo.

Coroamos a sua Imagem, porque em nosso coração Ela tem um lugar especial, pois pelo seu “fiat” (faça-se) Deus torna-se Homem em seu seio virginal.

Ao anúncio do Arcanjo Gabriel, que falou – lhe claramente: “o santo que vai nascer de ti será chamado filho de Deus”. (Lc 1,35), Maria não titubeia e se coloca como serva, não só com palavras, mas logo vai ao encontro de sua prima Isabel, que ao receber sua visita, exclamou: “donde me esta honra de vir a mim a mãe do meu Senhor“. (Lc 1,43)

Coroamos a imagem de Maria, como gesto simbólico, para, desejosos, aprender com ela a cantar as maravilhas de Deus, no nosso dia- a -dia reconhecendo-O como Deus Vivo: “Minha alma glorifica o Senhor e meu espírito exulta em Deus meu Salvador” (Lc 2,47).

POR TUDO ISSO É QUE COROAMOS A IMAGEM DE NOSSA SENHORA, A MÃE DE JESUS E NOSSA MÃE.

Diácono Flori

http://paroquiasaojosedosangicos.blogspot.com/2011/05/porque-coroamos-imagem-de-nossa-senhora.html

 

RECORDANDO E PARTILHANDO

Missa linda! Homilia linda! Coroação linda!

Noite maravilhosa! As lágrimas fugiram de emoção e alegria. 

Na hora da consagração, quando contemplava o cálice nas mãos do sacerdote, da distancia que eu estava, ele parecia o coração de Jesus em suas mãos.

E veio ao meu coração, quando em um retiro da comunidade que participava, o padre trazia o santíssimo dizendo: “Venha trocar o seu coração com o de Jesus. Entrega o seu para ele.”

Na época eu não quis ir, fugi, me achando indigna. Como poderia eu oferecer o meu coração impuro para Jesus, e trocar com ele? Já tinha confessado meus pecados, mas achava isso um absurdo.

Hoje entendi que Jesus  oferece seu coração a cada santa missa. Que quando vou receber a comunhão, levo para ele meu coração…entrego meu coração…minha vida, meus nadas…e ele me da o Dele!

Na santa Eucaristia, recebo o coração chagado de Jesus! E me faço um com Ele!

Muitas foram as vezes que fiz isso, troquei meu coração com o Dele.

Por isso o momento é sublime, por isso me ajoelho e silencio. E as lágrimas facilmente  fogem…

Depois daquele momento, eu vou embora e facilmente, pego o meu coração de volta.

Por isso tenho sede, de voltar sempre!

Não existe momento mais sublime!

No dia da coração da Mãe Rainha,  mais uma vez, a mãe me anuncia o filho amado : Jesus!

Recordei de uma imagem que gosto tanto do sagrado coração…Jesus nos oferecendo seu coração.

E uni aquela imagem a outra de Jesus Eucarístico que tanto admiro!

(Sol)

Em Fátima, a Virgem Maria ensinou aos três pastorinhos a devoção ao seu Imaculado Coração

A revelação da devoção reparadora ao Imaculado Coração começou na segunda aparição da Santíssima Virgem Maria, em 13 de junho de 1917, em Fátima, Portugal, aos pastorinhos: Lúcia, Francisco e Jacinta. A Virgem Maria disse à pequena Lúcia, a mais velha dos três pastorinhos: “Ele [Jesus] quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração”1.

Logo após ouvir essas palavras, os pastorinhos viram Nossa Senhora com um coração na mão, cercado de espinhos.

As três crianças compreenderam que aquele era o Coração Imaculado da Santíssima Virgem, ofendido pelos pecados da humanidade, que necessitavam de reparação.

Na aparição seguinte, no dia 13 de julho, Nossa Senhora concedeu às três crianças uma experiência extraordinária! Elas viram, no inferno, os demônios e as almas dos condenados, que gritavam e gemiam de dor e desespero. Depois de dar-lhes essa visão assustadora, disse aos pastorinhos: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração”2. No entanto, a Virgem não revelou como deveríamos fazer essa reparação, mas disse que voltaria para pedir essa devoção reparadora.

Sete anos depois, no dia 10 de dezembro de 1925, em Pontevedra, na Espanha, a Santíssima Virgem revelou à então postulante Lúcia a devoção reparadora dos cinco primeiros sábados. Entretanto, somente dois anos mais tarde, em dezembro de 1927, por ordem de seu confessor, Lúcia deu a conhecer as palavras de Nossa Senhora: “Olha, minha filha, o Meu Coração cercado de espinhos, que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam com blasfêmias e ingratidões.

Tu, ao menos, vê de Me consolar, e dize que todos aqueles que, durante cinco meses, no primeiro sábado, confessarem-se, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um Terço, e Me fizerem quinze minutos de companhia, meditando nos quinze mistérios do Rosário, com o fim de me desagravar, Eu prometo assistir-lhes, na hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas”.

https://formacao.cancaonova.com/nossa-senhora/devocao-nossa-senhora/conheca-origem-da-devocao-ao-imaculado-coracao-de-maria/

CONSAGRAÇÃO TOTAL À VIRGEM MARIA

(S. Luís Maria Grignion de Montfort)

Como Maria forma Jesus em nós.

Santo Agostinho chama a Virgem com o nome de modelo, molde de Deus: forma Dei; e é-o, na verdade. Quero dizer que somente nela se formou o Homem-Deus, ao natural, sem lhe faltar nenhum dos alineamentos divinos; e é igualmente só nela que o homem se pode transformar em Deus ao natural, enquanto a natureza humana o pode conseguir com a graça de Jesus Cristo.

O artista pode reproduzir ao natural, de duas maneiras, uma estátua ou um busto: trabalhando a matéria dura e informe a golpes de cinzel e outros instrumentos adaptados, ou extraindo-a de um molde. O primeiro modo é longo, difícil e exposto a muitos enganos, pois basta um golpe de martelo ou de buril mal dado para arruinar tudo. O segundo, ao invés, é rápido, fácil e agradável, quase sem fadiga nem dispêndio, desde que o molde seja perfeito e represente ao natural a figura, e a matéria de que nos servimos seja maleável e não oponha qualquer resistência à mão.

O grande molde de Deus preparado pelo Espírito Santo para formar ao natural um Deus-homem, mediante a união hipostática, e para formar um homem-Deus mediante a graça, é Maria Santíssima.

Nem um só dos lineamentos divinos falta a este molde; quem quer que se meta nele e se deixe manejar, recebe imediatamente os lineamentos de Jesus Cristo, verdadeiro Deus. E isto dá-se de uma maneira suave e proporcionada à fraqueza humana, sem grandes penas e fadigas; de maneira segura, sem receio de ilusões, pois o demónio não pode lá tomar parte e jamais poderá entrar onde estiver Maria; de maneira santa e imaculada, sem a mínima mancha de culpa

Que diferença entre uma alma formada em Jesus Cristo com os meios ordinários, à maneira do escultor que confia na própria habilidade, e uma outra alma dócil, simples, bem formada, que longe de confiar em si própria se mete em Maria e lá se deixa manejar pela ação do Espírito Santo! Quantas manchas, quantos defeitos, quantas obscuridades, quantas ilusões, e quanto de natural e humano há na primeira! Como, ao invés, é pura, divina e semelhante a Jesus Cristo a segunda!

Nunca se há-de encontrar uma criatura, nem entre os santos, nem entre os próprios querubins e serafins do Céu, onde Deus manifeste tanto as Suas perfeições externas e internas como em Maria Santíssima. Ela é o paraíso de Deus, o Seu mundo inefável, onde entrou a segunda Pessoa da Santíssima Trindade para operar maravilhas, para guardá-la e lá depositar as suas complacências. Deus fez um mundo para o homem terreno que é a Terra que habitamos, e um mundo para o homem glorificado, que é o paraíso; mas fez também um mundo para Si próprio, pondo-lhe o nome de Maria: mundo desconhecido para quase todos os mortais da Terra e incompreensível até para os santos e anjos do Céu, os quais, estupefactos por verem Deus tão acima deles, tão longe e oculto neste mundo da divina Maria, clamam incessantemente:«Santo, Santo, Santo!».

Feliz, mil vezes feliz sobre a Terra, a alma a quem o Espírito Santo revela o segredo de Maria, a fim de que o conheça, a quem abre este jardim fechado até que lá entre, esta fonte lacrada até que lá encontre a água viva da graça e mate a sede à sua corrente. Esta alma encontrará Deus sem mescla de criaturas, nesta amabilíssima criatura, e um Deus que, além de Se mostrar infinitamente Santo e sublime, mostra-Se também infinitamente condescendente e ao alcance da nossa fraqueza.

Deus está sempre presente em toda a parte, pode-Se encontrar até no inferno: mas não há um lugar em que a criatura O possa encontrar tão pertinho e ao alcance da sua fraqueza como em Maria, e de facto desceu e encarnou precisamente nela. Em todas as outras partes, Ele apareceu como o Pão dos fortes e dos anjos, em Maria, ao invés apareceu como o Pão dos pequeninos, das crianças.

Ninguém, portanto, pense, como certos falsos mestres, que Maria sirva de impedimento à união com Deus pelo motivo de ser também ela uma simples criatura. Não é já Maria que vive, é Jesus Cristo, é Deus que vive nela. A transformação de Maria em Deus supera aquela atingida por São Paulo e outros santos, mais do que quanto o Céu se eleva sobre a Terra. Maria nasceu unicamente para Deus, e longe de entreter as almas em si, faz de maneira que enderecem o seu voo para Deus e tanto mais perfeitamente os une a Ele, quanto mais unidas estão a ela.

Maria é o eco admirável de Deus. Quando se grita: «Maria», nada mais responde que:«Deus», e quando se saúda «bem-aventurada» com Santa Isabel, ela nada mais faz que exaltar a Deus. Se os falsos mestres, de quem tanto o demónio tem abusado, até na oração, tivessem sabido encontrar Maria e por Maria, Jesus, e por Jesus, Deus, não teria dado tão solenes cabeçadas. Uma vez que por Maria se encontrou Jesus e por Jesus Deus Pai, tem-se todo o bem, como costumam dizer as almas santas. E dizendo todo o bem compreende-se tudo: a defesa dos inimigos de Deus, a verdade contra a mentira, a facilidade de vencer as dificuldades no caminho da salvação, a alegria e a suavidade nas amarguras da vida.

Não é que quem encontrou Maria com a perfeita devoção fique isento de cruzes e sofrimentos… pelos contrário, terá ainda mais que os outros, pois a Virgem Mãe dos viventes dá aos seus filhos pernadas da árvore da vida, isto é, da Cruz de Jesus; mas ao distribuir estas cruzes, dá também a graça para as levar com paciência e até com alegria, de forma que as cruzes que manda aos seus filhos são cruzes por assim dizer doces, antes que amargas, ou se antes sentem, por algum tempo, a amargura do cálice, que os amigos de Deus necessariamente devem beber, a consolação e alegria que esta boa Mãe faz suceder depois à tristeza, dá lenitivo e coragem para levar outras cruzes ainda mais pesadas e mais amargas.

CONCLUSÃO

Concluamos pois que toda a dificuldade está em saber verdadeiramente encontrar Maria Santíssima e com ela a abundância de todas as graças. Deus é Senhor absoluto de tudo, e pode, quando quer, comunicar diretamente o que ordinariamente não comunica senão por intermédio de Maria; e seria mesmo temerário negar que por vezes o faça; contudo, consoante a ordem estabelecida pela sabedoria divina, como afirma São Tomás, Deus, na ordem da graça, não Se comunica, de ordinário, aos homens, senão por meio de Maria. Para elevar-se e unir-se a Ele, é indispensável servir-se do próprio meio que Ele usou para se fazer homem e comunicar as Suas graças; isto é a verdadeira devoção à Virgem Santíssima.

Ler mais: https://www.nadateespante.com/espa%C3%A7o-devocional-/consagra%C3%A7%C3%A3o-total-%C3%A0-virgem-maria-/

Quanta dor existe em Teu peito
Pela espada que transpassará, o coração
Verás Teu Filho, puro e santo,
Despojado de Seu manto,
Suspenso num madeiro de uma cruz
Virgem das Dores, Tua dor é nossa luz,
Suporta as dores,
Que a humanidade, te impôs
Chorarás o Vosso Filho morto,
Alcançará a contrição dos meus pecados,
Pela dor que experimentarás, em meio a tantos tormentos
Sê a nossa advogada, amém
 
Sê a nossa advogada, amém…

 

Quem é Esta que avança como Aurora.

Temível como exército em ordem de batalha.

Brilhante como o sol e como a lua.

Mostrando os caminhos aos filhos seus.

Ah, ah, ah, minha alma glorifica ao Senhor.

Meu Espírito exulta

Em Deus, meu Salvador.

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