Arquivo do dia: 04/08/2017

O SILENCIO DA INTIMIDADE

Quando eu irei contemplar a face do meu Deus?
Tenho sede de ti
Minh’alma suspira por ti

Meu Deus e meu Senhor
Com ardor eu vos procuro
Tenho sede de ti
Minh’alma suspira por ti
Por ti

Pois o que há em mim, é o meu nada e o pó

Quando eu te encontrar, a minha alma logo te contemplará
Saciará minha sede
Meu louvor será eterno
A alma enamorada

Oh oh oh

Quando eu te encontrar, a minha lágrima o senhor enxugará
Terá fim toda tristeza
Vou ver a tua gloria
Ver como és belo

Oh oh oh

Quando eu te encontrar, o imperfeito enfim desaparecerá
Quando eu te encontrar
Quando eu te encontrar

Minh’alma se alegrará

 

 

Salmo 83

Como são amáveis as vossas moradas, Senhor dos exércitos!

 Minha alma desfalecida se consome suspirando pelos átrios do Senhor. Meu coração e minha carne exultam pelo Deus vivo.

Até o pássaro encontra um abrigo, e a andorinha faz um ninho para pôr seus filhos. Ah, vossos altares, Senhor dos exércitos, meu rei e meu Deus!

Felizes os que habitam em vossa casa, Senhor: aí eles vos louvam para sempre.

 Feliz o homem cujo socorro está em vós, e só pensa em vossa santa peregrinação.

 Quando atravessam o vale árido, eles o transformam em fontes, e a chuva do outono vem cobri-los de bênçãos.

 Seu vigor aumenta à medida que avançam, porque logo verão o Deus dos deuses em Sião.  Senhor dos exércitos, escutai minha oração, prestai-me ouvidos, ó Deus de Jacó.

 Ó Deus, nosso escudo, olhai; vede a face daquele que vos é consagrado.

 Verdadeiramente, um dia em vossos átrios vale mais que milhares fora deles. Prefiro deter-me no limiar da casa de meu Deus a morar nas tendas dos pecadores. 

Porque o Senhor Deus é nosso sol e nosso escudo, o Senhor dá a graça e a glória. Ele não recusa os seus bens àqueles que caminham na inocência.

 Ó Senhor dos exércitos, feliz o homem que em vós confia.”

Canto de alegria do peregrino.

Catequese – Desejo Do Templo Do Senhor – Sl 83(84)

 

Catequese do Papa João Paulo II
Audiência Geral,(Salmo 83,1 – 13– Quarta-feira,28 de agosto de2002)[ b]Glorificação de Deus Senhor e Criador 
Salmo 83(84),2-13 Saudades do templo do Senhor

 Não temos aqui cidade permanente, mas estamos à procura daquela

que está para vir (Hb 13,14 )

1. Damos continuidade ao nosso itinerário no âmbito dos Salmos da Liturgia das Laudes. Ouvimos agora o Salmo 83, atribuído pela tradição judaica “aos filhos de Coré”, uma família sacerdotal que se ocupava do serviço litúrgico e guardava a entrada da tenda da arca da Aliança (cf.1Cor 9,19).

Trata-se de um cântico muito suave, repassado por uma aspiração mística ao Deus da vida, celebrado várias vezes(cf.Sl 83,2.4.9.13) como título de “Senhor dos exércitos”, isto é, Senhor das estrelas e, por conseguinte, do universo. Por outro lado, este título estava relacionado especialmente com a arca conservada no templo,chamada “a arca do Deus dos exércitos que se senta sobre os querubins”(1Sm4,4; cf.Sl 79,2).

De facto, ela era sentida como o sinal da proteção divina nos dias do perigo e da guerra(cf.1Sm4,3-5;2Sm11,11).

O quadro de todo o Salmo está representado pelo templo para o qual se dirige a peregrinação dos fiéis. A estação parece ser a outonal, porque se fala da “primeira chuva” que alivia a aridez do Verão(cf.Sl 83,7). Por isso, poderíamos pensar na peregrinação rumo a Sião, para a terceira festividade principal do ano hebraico, a dos Tabernáculos, memória da peregrinação de Israel no deserto.

 

2. O templo está presente com todo o seu fascínio desde o início até ao fim do Salmo.

Na abertura(cf.vv.2-4) encontramos a admirável e delicada imagem das aves que construíram os seus ninhos no santuário, privilégio invejável. Esta é uma representação da felicidade de todos os que como os sacerdotes do templo têm uma residência fixa na Casa de Deus, gozando da sua intimidade e da sua paz.

 

Com efeito, todo o ser do crente está orientado para o Senhor, estimulado por um desejo quase físico e instintivo: “A minha alma desfalece e consome-se pelos átrios do Senhor. O meu coração e a minha carne gritam de alegria de encontro ao Deus vivo”(v.3).

Depois, o templo volta a aparecer no fim do Salmo (cf. vv.11-13). O peregrino exprime a sua grande felicidade de estar algum tempo nos átrios da casa de Deus e opõe esta felicidade espiritual à ilusão idólatra, que impulsiona para as“tendas dos ímpios”, isto é, os templos aviltantes da injustiça e da perversão.

 

3. Só no santuário do Deus vivo existem a luz, a vida e a alegria, e é “bem-aventurado todo aquele que confia” no Senhor, escolhendo o caminho da retidão(cf. vv.12.13). A imagem do caminho conduz-nos ao centro do Salmo (cf. vv.5-9), onde se desenvolve outra peregrinação mais significativa. Se é bem-aventurado aquele que habita no templo de maneira estável, é muito mais bem venturado aquele que decide empreender uma viagem de fé até Jerusalém.

Também os Padres da Igreja nos seus comentários ao Salmo 83 dão um realce particular ao v. 6: “Felizes os que em Vós têm a sua força, que têm a peito as peregrinações”. As antigas traduções do Saltério falavam da decisão de realizar as “ascensões” rumo à cidade santa.

Portanto, para os Padres, a peregrinação a Sião tornava-se o símbolo do progresso contínuo dos justos para as “tendas eternas”,onde Deus acolhe os seus amigos na alegria total(cf.Lc16,9).

Gostaríamos de nos deter um momento acerca desta “ascensão”mística, que tem na peregrinação terrena uma imagem e um sinal. E fá-lo-emos com as palavras de um escritor cristão do século VII,abade do mosteiro do Sinai.

 

4. Trata-se de São João Clímaco, que dedicou um tratado inteiro A Escada do Paraíso para explicar os numerosos degraus pelos quais avida espiritual se eleva. No fim da sua obra ele cede a palavra à própria caridade, situada no cimo da escada do progresso espiritual.

É ela que convida e exorta, propondo sentimentos e atitudes que já foram sugeridos pelo nosso Salmo: “Subi, irmãos, ascendei. Cultivai,no vosso coração o profundo desejo de subir sempre(cf. 83,6).

Escutai as Escrituras que convidam: “Vinde, subamos à Montanha do Senhor, à Casa do Deus de Jacob” (Is2,3), que fez os nossos pés rápidos como os de um cervo e nos indicou como meta um lugar sublime, para que, seguindo as suas veredas, saíssemos vencedores (cf.Sl 17,33). Apressemo-nos, então, todos como está escrito enquanto não tivermos encontrado, na unidade da fé, o rosto de Deus, e reconhecendo-o, não tivermos alcançado o homem perfeito na maturidade completa da idade de Cristo (cf.Ef 4,13)”. [c]

 

5. Em primeiro lugar, o Salmista pensa na peregrinação concreta que, de Sião, conduz às várias localidades da Terra Santa. A chuva que está a cair parece ser uma antecipação das bênçãos jubilosas que o envolverão como um manto(cf.Sl 83,7) quando estiver diante do Senhor no templo(cf. v.8).

A viagem cansativa através “do vale do pranto”(cf. v.7) é transfigurada pela certeza de que a meta é Deus,aquele que dá vigor (cf. v.8), escuta a súplica do fiel(cf. v.9) e torna-se o seu “escudo” protetor (cf. v.10).

É precisamente nesta luz que a peregrinação concreta se transforma como intuíram os Padres numa parábola da vida inteira, passada entre o afastamento e a intimidade com Deus, entre o mistério e a revelação.

Também no deserto da existência quotidiana,os seis dias de trabalho semanal são fecundados, iluminados e santificados pelo encontro com Deus no sétimo dia através da liturgia e da oração.

Caminhemos, então, também quando estamos no “vale do pranto”, tendo o olhar fixo naquela meta luminosa de paz e de comunhão.

Também nós repetimos no nosso coração a bem-aventurança final, semelhante a uma antífona que conclui o Salmo: “Senhor dos exércitos, feliz o homem que em vós confia!”(v.13)

https://pt.scribd.com/document/65281839/Catequese-Desejo-Do-Templo-Do-Senhor-Sl-83-84

Haaa…

Nas coisas simples, Deus nos revela o tesouro incalculável!

(Sol)

 

 

EU CREIO EM TI, JESUS EUCARISTIA!

 

Como preparar-nos para receber a Comunhão?

Para responder a este convite, devemos preparar-nos para este momento tão grande e santo. São Paulo exorta a um exame de consciência: «Quem comer o pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor.

Examine-se, pois, cada qual a si mesmo e então coma desse pão e beba deste cálice; pois quem come e bebe, sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação» (1Cor 11, 27-29). Aquele que tiver consciência dum pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da Comunhão.

Perante a grandeza deste sacramento, o fiel só pode retomar humildemente e com ardente fé a palavra do centurião: «Domine, non sum dignus, ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbum, et sanabitur anima mea – Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma [só] palavra e serei salvo» Para se prepararem convenientemente para receber este sacramento, os fiéis devem observar o jejum prescrito na sua Igreja.

A atitude corporal (gestos, traje) deve traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo Se torna nosso hóspede.

Catecismo da Igreja Católica, 1384- 1389

Por que é importante receber a Comunhão?

O Senhor dirige-nos um convite urgente a recebê-lo no sacramento da Eucaristia: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis a vida em vós” (Jo 6,53).

A comunhão acrescenta a nossa união com Cristo. Receber a Eucaristia na comunhão tem como fruto principal a união íntima com Cristo Jesus. O que o alimento material produz na nossa vida corporal, a comunhão realiza de maneira admirável na nossa vida espiritual.

A comunhão com a Carne de Cristo ressuscitado, conserva, acrescenta e renova a vida da graça recebida no Batismo. Este crescimento da vida cristã necessita ser alimentado pela comunhão eucarística, pão da nossa peregrinação, até ao momento da morte, quando nos for dado como viático.

Além disso, a comunhão separa-nos do pecado. O Corpo de Cristo que recebemos na comunhão é “entregue por nós”, e o Sangue que bebemos é “derramado por muitos para o perdão dos pecados”. Assim como o alimento corporal serve para restaurar a perca de forças, a Eucaristia fortalece a caridade que, na vida quotidiana, tende a debilitar-se; e esta caridade vivificada apaga os pecados veniais. Dando-se a nós, Cristo reaviva o nosso amor e torna-nos capazes de romper os laços desordenados com as criaturas e de nos enraizarmos nEle.

Pela mesma caridade que acende em nós, a Eucaristia preserva-nos de futuros pecados mortais. Quanto mais participarmos na vida de Cristo e mais progredirmos na Sua amizade, tanto mais difícil será para nós separar-nos dEle pelo pecado mortal. A Eucaristia não está ordenada ao perdão dos pecados mortais. Isso é próprio do sacramento da Reconciliação. O que é próprio da Eucaristia é ser o sacramento dos que estão em plena comunhão com a Igreja, quer dizer dos que estão em graça de Deus.


Catecismo da Igreja Católica, 1391- 1395

 

Contemplar o mistério


Vamos receber o Senhor. Quando na Terra se recebem pessoas muito importantes, há luzes, música, trajes de gala. Para albergar Cristo na nossa alma, como devemos preparar-nos? Já teremos por acaso pensado como nos comportaríamos se só se pudesse comungar uma vez na vida?
Quando eu era criança, não estava ainda divulgada a prática da comunhão frequente. Recordo-me de como se preparavam as pessoas para comungar. Cuidavam com esmero a boa preparação da alma e até do corpo. Punham a melhor roupa, a cabeça bem penteada, o corpo fisicamente limpo e talvez mesmo um pouco de perfume… Eram delicadezas próprias de quem estava apaixonado, de almas finas e retas, que sabem pagar o Amor com amor.

Cristo que passa, 91

O Espírito Santo não dirige as almas massivamente, mas infundindo em cada uma delas propósitos, inspirações e afetos que ajudarão a captar e a cumprir a vontade do Pai.

Penso, no entanto, que em muitas ocasiões o nervo do nosso diálogo com Cristo, na ação de graças depois da Santa Missa, pode ser a consideração de que o Senhor é para nós, Rei, Médico, Mestre e Amigo.
Cristo que passa, 92

O Seu reino é a paz, a alegria, a justiça. Cristo, nosso Rei, não espera de nós raciocínios vãos, mas factos, porque nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus; mas o que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse entrará no reino dos céus.

É Médico e cura o nosso egoísmo, se deixarmos que a Sua graça penetre até ao fundo da nossa alma. Jesus disse-nos que a pior doença é a hipocrisia, o orgulho que nos faz dissimular os nossos pecados.

Com o Médico, é imprescindível, pela nossa parte, uma sinceridade absoluta, explicar-lhe toda a verdade e dizer: Domine, si vis, potes me mundare, Senhor, se quiseres – e Tu queres sempre – podes curar-me.

Tu conheces as minhas fraquezas, tenho estes sintomas e estas debilidades. Mostramos-lhe também com toda a simplicidade as chagas e o pus, no caso de haver pus.

Senhor, Tu, que curaste tantas almas, faz com que, ao ter-Te no meu peito ou ao contemplar-Te no Sacrário, Te reconheça como Médico divino.

É mestre de uma ciência que só Ele possui, a do amor a Deus sem limites e, em Deus, a todos os homens. Na escola de Cristo aprende-se que a nossa existência não nos pertence. Ele entregou a Sua vida por todos os homens e, se O seguimos, necessitamos de compreender que não devemos apropriar-nos de maneira egoísta da nossa vida sem compartilhar as dores dos outros. A nossa vida é de Deus. Temos de gastá-la ao Seu serviço, preocupando-nos generosamente com as almas e demonstrando, com a palavra e com o exemplo, a profundidade das exigências cristãs.

Jesus espera que alimentemos o desejo de adquirir essa ciência, para nos repetir: se alguém tem sede, venha a Mim e beba.

E respondemos: ensina-nos a esquecermo-nos de nós mesmos, para pensarmos em Ti e em todas as almas. Deste modo, o Senhor far-nos-á progredir com a Sua graça, como quando começávamos a escrever (lembrais-vos daqueles traços que fazíamos, guiados pela mão do professor?) e assim começaremos a saborear a dita de manifestar a nossa fé, que é já de si outra dádiva de Deus, também com traços inequívocos de uma conduta cristã, onde todos possam descobrir as maravilhas divinas.

É Amigo, o Amigo: vos autem dixi amicos, diz-nos Ele. Chama-nos amigos e foi Ele quem deu o primeiro passo, pois amou-nos primeiro.

Contudo, não impõe o Seu carinho: oferece-o. E prova-o com o sinal mais evidente da amizade: ninguém tem maior amor que o daquele que dá a vida pelos seus amigos.

Era amigo de Lázaro e chorou por ele quando o viu morto. E ressuscitou-o. Por isso, se nos vir frios, desalentados, talvez com a rigidez de uma vida interior que se está a extinguir, o Seu pranto será vida para nós: Eu te ordeno, meu amigo, levanta-te e anda, deixa essa vida mesquinha, que não é vida!
Cristo que passa, 93

http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/como-receber-bem-jesus-na-eucaristia3f-1

 

São João XXIII ensina que a Virgem Maria é o caminho que nos leva a Jesus Cristo.

“Cristo chega até nós e começa o Novo Testamento por meio de Maria”.

“Para ir diretamente a Jesus, deve-se passar por Maria. Portanto, quero ser todo de Maria para pertencer totalmente a Jesus”.

“Como bons cristãos e perfeitos católicos, continuemos o exercício de nossa devoção e veneração à Mãe de Deus. Sua missão, de Belém ao Calvário , foi mostrar Jesus, seguir seus passos, permanecer unida aos apóstolos e depois aos discípulos de todos os tempos e lugares, dedicados à séria e solene missão da evangelização universal”.

“Sabemos muito bem que nossa oração, em si mesma, vale muito pouco. Mas, se a colocamos nas mãos suplicantes de Maria e em seu coração, ela adquire um valor inestimável e é abençoada por Deus”.

“Nossa oração a Maria deve levar-nos ao Senhor, aos sacramentos e à obediência filial à santa Igreja”.

“A honra tributada a Maria conduz naturalmente à adoração de seu divino Filho. A Rainha nos leva pela mão ao divino Rei”.

“Tudo nos leva a Maria. Ela é, antes de tudo, a ‘porta de Céu’ e também o caminho para conseguir abundância de bens e o dom das graças extraordinárias”.

“Conhecer Cristo e dele nos tornar irmãos por meio de Maria… Que sorte e que felicidade tem o cristão que aprende esta verdade e a saboreia!”.

 “Que a proteção materna da fidelíssima serva do Senhor  sempre nos sustente, nos guie, nos anime e nos leve pela mão a Jesus. E, finalmente, depois de um longo, glorioso e meritório serviço, nos conduza à suprema bem-aventurança da vida eterna”.

São João XXIII, rogai por nós!

 

PARTILHA

Ouvi em uma homilia, direcionada aos casais, um termo, que sutilmente, foi também relacionado a vida de intimidade com Jesus.

O SILENCIO DA INTIMIDADE

Onde o padre explicava, que duas pessoas viajando juntas, que não se conhecem direito. Buscam um assunto, preocupados com o que outro vai pensar dele, buscando agradar. Falam do tempo: “Será que vai chover?”

Mas duas pessoas que vivem intimidade, que se amam, conseguem estar juntas em silencio, e em paz.

Achei tão lindo e fiquei a pensar…

No silêncio confortável dos que se amam profundamente.

É como habitar no coração do outro.

E que lindo se buscarmos viver isto, com o esposo de nossa alma,  Jesus!

Habitar no coração, descansar confortavelmente, na intimidade do silencio!

(Sol)

Elias no Horeb : “De repente a palavra do Senhor lhe foi dirigida nestes termos: ‘O que estás fazendo aí , Elias?’ Ele respondeu: ‘Estou cheio de ciúmes pelo Senhor Deus Todo Poderoso. Pois os israelitas abandonaram a tua aliança, demoliram os teus altares, mataram à espada os teus profetas e sobrei apenas eu. Mas também a mim procuram tirar-me a vida’. O Senhor respondeu: ‘Sai e põe-te de pé no monte, diante do Senhor! Eis que ele vai passar’. Houve então um grande furacão, tão violento que rasgava os montes e despedaçava os rochedos diante do Senhor, mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto. Depois do terremoto houve fogo, mas o Senhor não estava no fogo, percebeu-se o sussurro de uma brisa suave e amena. Quando Elias o percebeu cobriu o rosto com o manto e saiu, colocando-se na entrada da caverna” (1Reis 19, 9-13).

Na santidade, do Teu amor
Na santidade, do Teu esplendor:
Eu me prostrarei, na Tua presença
E me renderei, ao Teu Amor!

Que eu não ofereça resistências a ti, Senhor. Que meu coração, não resista a tua palavra. Que meu coração se renda, Deus! É isso que eu peço agora, Senhor! Não só o meu coração, mas o coração de todos aqueles que trago comigo.  Senhor, que na tua presença, o meu amor se torne como o teu. Que na tua presença as minhas decisões brotem do teu coração, e que eu não ofereça a resistência. Mas que eu me renda de uma vez por todas e pra sempre na tua presença. Senhor meu Deus!

Eu me prostarei, na Tua presença
E me renderei, ao Teu Amor!

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