Francisco:«Estás seguindo minhas pegadas?», Clara: «Não, outras muito mais profundas»

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VEM ESPÍRITO DIVINO!!!



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BARRA ROSAS VERM

 

 

s_ambrosio_milaoSanto Ambrósio (c. 340-397), bispo de Milão e doutor da Igreja
Carta 35, a Oronciano, 6; 13 (trad. Breviário, Ofício de Leitura de quarta-feira da V semana do Tempo Comum)

«Os filhos estão isentos»

Como diz o Apóstolo [Paulo], […] toda a criação — agora submetida à caducidade deste mundo, não por sua vontade, mas na esperança de ser libertada — aguarda ansiosamente «a manifestação dos filhos de Deus» e espera de Cristo a graça de ser ajudada a cumprir a sua função, até ser também ela «liberta da corrupção» e admitida a tomar parte na «gloriosa liberdade dos filhos de Deus», de modo que, ao revelar-se esta glória, seja uma e a mesma liberdade, a das criaturas e a dos filhos de Deus. Entretanto, enquanto esta manifestação é adiada, toda a criação geme na expectativa da glória da nossa adopção e redenção (Rom 8,19-23). […]
 
No seu sentido imediato, isto quer dizer que os que têm as primícias do Espírito (Rom 8,9-14) gemem na expectativa da adopção filial, que é a redenção de todo o homem. Esta adopção filial terá a sua realização perfeita quando todo aquele que tem as primícias do Espírito, como filho adoptivo de Deus, chegar a ver finalmente face a face o Bem divino e eterno. De facto, a Igreja do Senhor possui desde já a adopção filial, por meio do Espírito que nela clama: «Abbá, Pai» (Rom 8,15). […] Mas só será perfeita quando ressuscitarem para a vida incorruptível e gloriosa todos aqueles que mereceram ver a face de Deus; então sim, a natureza humana terá alcançado a verdadeira e plena redenção. Por isso afirma o Apóstolo [Paulo], cheio de confiança: «Fomos salvos na esperança» (Rom 8,24). De facto, a esperança também nos salva, como a fé, da qual se disse: «A tua fé te salvou» (Mc 5,34).
 
http://evangelhoquotidiano.org
 
 BARRA ROSAS VERM
 
 

 

clara

 

Oração a Santa Clara

Clara,coração transbordante, acende a alegria,
Clara,louca de amor,orienta a nossa ternura.
clara, de nome e de vida, guia-nos a noite,
Clara,fervor do Espírito, dissipa nossos temores.
Clara,candeia sobre a mesa,une-nos em família.
Clara dos olhos límpidos, tira o pó de nossas pálpebras.
Clara, mãe e irmã, roga por nós.
Roga por estas mãos que por vezes se equivocam.
Roga por estes olhos que por vezes se fecham.
Roga por este coração que não ama como deveria.
Clara mãe e irmã, roga pela paz que nos falta
,pela esperança que não temos pela alegria que esvai
.Clara mãe e irmã, roga ao Senhor para que
nos conceda o dom da fidelidade e
o dom de novos irmãos e novas irmãs.
(Dom José Rodriguez Carballo,OFM)
 

BARRA ROSAS VERM

 

 

 

Clara!
Ohhh Clara…
Me diga porque…
Que foi que Francisco falou pra você???

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BARRA ROSAS VERM

 

 

Imagem de S Francisco e Santa Clara

FRANCISCO E CLARA SÃO IGUAIS

Na visão de Jesus Cristo, no apaixonado amor por ele, na vontade de representar seus traços de Filho e de irmão menor e de segui-lo como discípulos, irmãos, mães.
Na visão de Deus Pai, o Bem, todo o Bem, do qual se sentem filhos, e que sem cessar o invocam: Pai nosso!
Na docilidade ao Espírito do Senhor e seu santo modo de operar, como seus esposos.
Na vida trinitária, ao se oferecerem para morada de Deus trino.
Na visão de Maria, pobrezinha, disposta a ouvir a Palavra de Deus e a servir os irmãos.
No dinamismo de conversão, prontos a acolher o amor de Deus até o esquecimento de si.
No radicalismo evangélico que os anima a procurar a pobreza interior e exterior como forma de estar diante de Deus e da criação.
Na dedicação à contemplação, à celebração de Deus e de sua obra de amor em Cristo, na criação, na providência e na renúncia às comodidades, ao sucesso, a egoísmo, alegres por viver só para Deus, na virgindade e obediência.
No amor à Palavra de Deus, à celebração litúrgica vivida de maneira simples mas profunda, à Eucaristia.
No olhar cheio de amor e de paz pela criação e pelas criaturas.
Na visão de uma fraternidade vivida na igualdade, no serviço humilde, animados por sentimentos maternos. Mesmo a autoridade eles a vivem como maternidade.
No gosto pela minoridade, pelo último lugar, pela simplicidade.
No amor e na submissão à Igreja.
Na paixão apostólica pela salvação dos homens e no esforço de colaborar para o crescimento do Reino de Deus.

(Frei Hermann Schalück, Ministro Geral, em setembro de 1996, no Congresso dos Assistentes das Contemplativas da Família Franciscana, na Porciúncula)

 

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 FRANCISCO E CLARA

«É verdadeiramente difícil separar estes dois nomes: Francisco e Clara… Há entre eles algo de profundo que não pode ser compreendido com critérios humanos, mas tão-somente de Espiritualidade franciscana, cristã e evangélica. Não eram puros espíritos! Eram corpos, pessoas, espíritos. Francisco via-se a si mesmo à imagem de Clara, esposa de Cristo, esposa mística. Nela vi-a retratada a santidade que devia imitar.
Via-se a si mesmo como irmão pobrezinho, à semelhança dessa esposa autêntica de Cristo, em quem reconhecia a imagem da esposa perfeitíssima do Espírito Santo, Maria Santíssima.»
 
 
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“É difícil separar os nomes de Francisco e Clara. É algo profundo, algo que não pode ser entendido a não ser com critérios de espiritualidade franciscana, cristã, evangélica;
não podemos entendê-lo com critérios humanos.
O binômio Francisco-Clara é uma realidade que só se entende
com categorias cristãs, espirituais, do céu.”
(João Paulo II – 12 de março de 1982).
 

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Frases do testamento de Clara de Assis

E como é estreito o caminho e a vereda, e estreita a porta através da qual se caminha e se entra na vida, poucos são aqueles que caminham e que entram por ela; e se existem alguns que a percorrem por algum tempo, pouquíssimos são aqueles que perseveram. Mas benditos aqueles a quem foi concedido percorrê-la e nela perseverar até o fim.
 
Vigiemos, então, agora que entramos no caminho do Senhor, para dele não nos desviarmos jamais por nossa culpa, negligência e ignorância, para não ofender um tão grande Senhor, e a sua Mãe Virgem, e a Igreja triunfante, e também aquela militante. Está escrito: Malditos aqueles que desviam-se dos teus mandamentos.
 
Por isso me ajoelho diante do Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, para que com o sufrágio dos méritos da gloriosa Virgem Maria Sua mãe, e do beatíssimo nosso pai Francisco, e de todos os santos, o próprio senhor, que nos deu o bom princípio, nos conceda o progresso, e também nos dê sempre a perseverança final. Amém.

http://franciscodeassis.no.sapo.pt/TestaClara.htm

 

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Francisco e Clara, dois enamorados, mas de quem?

Pe. Raniero Cantalamessa

A grande amizade entre Francisco e Clara

Fez-se comum falar da amizade entre Clara e Francisco em termos de amor humano. Em seu conhecido ensaio sobre apaixonar-se e amar, Francisco Alberoni escreve que a relação entre Santa Clara e São Francisco tem todas as características de um enamoramento transferido (ou sublimado) à divindade.
 
francisco e claraFrancisco e Clara, de Fabrizio Costa, a série televisiva transmitida em Rai Uno , melhor talvez que Irmão Sol e Irmã Lua, de Zeffirelli, soube evitar esta alusão ao romântico, sem tirar nada da beleza também humana de um encontro assim.
 
Como qualquer homem, ainda que seja santo, Francisco pode ter experimentado a atração pela mulher e o sexo. As fontes referem que para vencer uma tentação deste tipo, uma vez, o santo se jogou em pleno inverno na neve. Mas não se tratava de Clara!
 
Quando entre um homem e uma mulher há união em Deus, se é autêntica, exclui toda atração de tipo erótico, sem que exista sequer luta. É como refugiar-se. É outro tipo de relação.
 
Entre Clara e Francisco havia certamente um fortíssimo vínculo também humano, mas de tipo paterno e filial, não esponsal.
 
Francisco chamava Clara de sua plantinha, e Clara chamava Francisco de nosso pai.
O entendimento extraordinariamente profundo entre Francisco e Clara que caracteriza a epopéia franciscana não vem da carne e do sangue.
Não é, por exemplo, igualmente célebre, como aquele entre Heloísa e Abelardo. Se assim tivesse sido, teria deixado talvez uma marca na literatura, mas não na história da santidade.
Com uma conhecida expressão de Goethe, poderíamos chamar a de Francisco e Clara uma afinidade eletiva, com a condição de entender eletiva não só no sentido de pessoas que se elegeram reciprocamente, mas no sentido de pessoas que realizaram a mesma eleição.
 
Antoine de Saint-Exupéry escreveu que amar não quer dizer olhar um ao outro, mas olhar juntos na mesma direção. Clara e Francisco na verdade não passaram a vida olhando um ao outro, estando bem juntos.
Trocaram pouquíssimas palavras, quase só as referidas nas fontes. Havia uma estupenda discrição entre eles, tanta que o santo, às vezes, era amavelmente reprovado por seus irmãos por ser demasiado duro com Clara.
 
Só ao final da vida vemos atenuar este rigor nas relações e Francisco buscar cada vez com maior freqüência consolo e confirmação junto a sua Plantinha. É em São Damião onde se refugia próximo à morte, devorado por enfermidades, e está perto dela quando entoa o canto de Irmão Sol e Irmã Lua, com aquele elogio de Irmã Água, útil e humilde e preciosa e casta, que parece ter escrito pensando em Clara.
 
Em lugar de olhar um ao outro, Clara e Francisco olharam na mesma direção. E se sabe qual foi para eles esta direção. Clara e Francisco eram como olhos que olham sempre na mesma direção. Dois olhares que contemplam o objeto desde ângulos diversos dão profundidade, relevância ao objeto, permitem envolvê-lo com o olhar.
 
Assim foi para Clara e Francisco. Contemplaram o mesmo Deus, o mesmo Senhor Jesus, o mesmo Crucificado, a mesma Eucaristia, mas desde ângulos diferentes, com dons e sensibilidade próprios: os masculinos e os femininos. Juntos perceberam mais do que teriam podido fazer dois Franciscos e duas Claras.
 
Se existe uma lacuna na série sobre Francisco e Clara é talvez a insuficiente relevância prestada à oração, e com ela à dimensão sobrenatural de suas vidas.
Uma lacuna provavelmente inevitável quando a vida dos santos se leva à tela.
A oração é silêncio, quietude, solidão, enquanto que a palavra cinema vem do grego kinema, que significa movimento! A exceção é o filme O grande silêncio sobre a vida dos cartuchos, mas não resistiria na pequena tela.
No passado se tendia a apresentar a personalidade de Clara demasiado subordinada à de Francisco, precisamente como a irmã Lua que vive do reflexo da luz do irmão Sol. O exemplo neste sentido é o livro publicado no verão passado sobre a amizade entre Francisco e Clara (John M. Sweeney, the Friendship of Francis and Clare of Assisi, Paraclete Press 2007).
 
Tanto mais é de elogiar, na série televisiva, a eleição de apresentar Francisco e Clara como duas vidas paralelas, que se entrecruzam e se desenvolvem em sincronia, com igual espaço dado a um e outro.
É a primeira vez que ocorre desta forma. Isso responde à sensibilidade atual orientada a evidenciar a importância da presença feminina na história, mas em nosso caso corresponde à realidade e não é algo forçado.

Enviado por: PROVÍNCIA FRANCISCANA MA/PI

francisco e clara

 

 

Batendo Palmas

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Princípios de uma amizade verdadeira

Amigo fiel é uma poderosa proteção, quem encontrou esse amigo descobriu um tesouro”. (Cf. Ecl 6, 14) A verdadeira amizade consiste em pessoas que foram unidas por Deus para viver uma comunhão de vida, trilhar um caminho, desafios, conquistas. Pois a amizade cristã é um Dom e nasce da amizade com Deus. Hoje as pessoas carecem de verdadeiros relacionamentos, pautados na Verdade e no crescimento humano e espiritual. Uma verdadeira amizade não tem preço, se conquista, e se cativa dia a dia: “Ao amigo fiel não há nada que se compare, pois nada equivale ao bem que ele é”. (Ecl 6,15). “Amigo fiel é elixir de vida longa e feliz”.

Padre Luizinho,
Com. Canção Nova

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“Essa é uma característica dos santos: cultivam a amizade,
porque é uma das manifestações mais nobres do coração humano
e tem em si algo de divino.
Catequese de Bento XVI
 
papa bento XVISanto Padre
 

BARRA ROSAS VERM

A Amizade e a Oração

 
O mais importante é que um amigo reza pelo outro.
A oração de um amigo é muito eficaz, porque sobe a Deus carregada de afeto e muitas vezes reforçada pelas lágrimas, que podem ser provocadas pelo temor do que possa estar acontecendo com o outro, simplesmente pelo bem querer ou mesmo causadas pela dor.
Como um amigo reza pelo outro a Jesus Cristo e deseja ser ouvido por Jesus Cristo por causa do outro, acaba dirigindo ao próprio Jesus Cristo seu amor e seu desejo. Então, muito depressa e sem a gente nem perceber, está passando de um afeto para o outro, dando a sensação de que estamos tocando de perto a doçura do próprio Cristo. O amigo começa a saborear como Jesus é doce e a experimentar como ele é suave (Cf Salmos 33 e 99).
Desse modo, partindo do amor santo com que se abraça o amigo, sobese ao amor com que abraçamos o próprio Jesus Cristo: assim, com alegria, enchemos a boca com o fruto da amizade espiritual, na espera da plenitude que se realizará no tempo futuro quando já não vai haver mais temor nenhum desses que agora nos deixam ansiosos e nos levam a nos preocuparmos um pelo outro, quando tiverem sido vencidas todas as adversidades que agora temos que enfrentar, quando tiverem sido destruídos a morte e seu aguilhão, que agora nos atormentam tantas vezes e nos obrigam a sofrer um pelo outro.
Quando tivermos alcançado a segurança, gozaremos eternamente do sumo bem: então a amizade, em que agora só admitimos alguns poucos, vai ser derramada sobre todos e de todos vai refluir para Deus, porque “Deus será tudo em todos” (1Cor 15,28).
 
http://www.franciscanos.net/portugues/livres8.htm

 

A METADE DE NOSSA ALMA É UM AMIGO.
(Santo Agostinho)

BARRA ROSAS VERM

 

Discípula de São Francisco,
Santa Clara é fascinada pelo fato de Deus ter se abaixado e se escondido na encarnação, na paixão e na Eucaristia.
E se sente chamada a imitar Jesus,
vivendo a “altíssima pobreza”…
 

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assistir-filmes

 

SESSÃO

SANTIDADE!

 

 

 

“Francisco caminha em um prado,
Clara o segue introduzindo seus pés, quase brincando,
nas pegadas que Francisco deixa e, diante da pergunta dele:
‘Estás seguindo minhas pegadas?’
responde luminosa:
‘Não, outras muito mais profundas’.

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A verdadeira amizade!

 O livro do Eclesiástico considera o amigo como um presente de Deus:
“O amigo fiel é proteção poderosa e quem o encontrar conseguiu um tesouro. Amigo fiel não tem preço e seu valor é incalculável.
Amigo fiel é remédio que cura e os que temem o Senhor o encontrarão. Quem teme o Senhor tem amigos verdadeiros, pois, tal e qual ele é, assim será o seu amigo” (16, 14-17).
 
Claro que a verdadeira luz sobre o valor e necessidade da amizade foi o próprio Cristo: “Não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo que ouvi do Pai” (Jo. 15,15).
Jesus traz para o mundo o verdadeiro sentido da amizade, excluindo qualquer submissão e interesse egoísta.
A partir de Cristo, o amigo é aquele que descobriu o valor e a dignidade do irmão, à luz do Evangelho.
Tal amizade exige uma certa comunhão entre as pessoas. Comunhão de pensamentos, de afetos, desejos e até de alguns bens materiais, como acontecia nas primeiras comunidades cristãs, como descreveu os Atos dos Apóstolos (4. 32-36).
 
Essa sincera amizade, no verdadeiro sentido humano e cristão, se difundiu entre os primeiros cristãos refugiados nas catacumbas.
A história da Igreja é marcada de exemplos de profundas amizades entre os santos padres, como São Basílio e São Gregório Magno, entre os grandes santos, como São Francisco de Assis e Santa Clara.
 
E hoje? Em nossos dias, torna-se necessário resgatar o verdadeiro sentido da amizade. Em vista de desvios, gerou-se um certo descrédito ou preconceito. Devemos enfrentar os desafios; pois, a verdadeira amizade, no sentido humano e cristão, está voltando a ser a aspiração mais forte do coração humano.
 
Por Márcio Alexandre da Silva – Diocese
http://www.assisnoticias.com.br/site/?p=blog&id_colunista=7&id_blog=421

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Oração de Santa Clara

Clara, santa cheia de claridade, Irmã de São Francisco de Assis, Intercede pelos teus devotos Que querem ser puros e transparentes. Teu nome e teu ser Exalam o perfume das coisas inteiras E o frescor do que é novo e renovado.

Clareia os caminhos tortuosos Daqueles que se embrenham Na noite do próprio egoísmo E nas trevas do isolamento. Clara, irmã de São Francisco, Coloca em nossos corações A paixão pela simplicidade, A sede pela pobreza, A ânsia pela contemplação.

Te suplico, Irmã Lua, Que junto ao Sol de Assis No mesmo céu refulge, Alcança-nos a graça que, Confiantes vos pedimos. Santa Clara, ilumina os passos Daqueles que buscam a claridade!

Amém!

 

Falar de santa Clara, sempre alegra meu coração!
As pesquisas vão longe, e tenho que me controlar para parar,
senão fico aqui o dia inteiro! 
E não paro
de fazer descobertas do puro amor!
(Sol)

 

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APRENDENDO COM A VIDA

Estejamos atentos, as pessoas e situações que Jesus usa para nos falar, ensinar e formar.
As vezes sacerdotes, missionários, ou apenas amigos. Oremos antes de nossas confissões, e orientações espirituais. Pois quem vai nos falar, ou ouvir, é alguém tão humano e imperfeito como nós! Mas se pedirmos auxilio ao Espírito Santo antes, ele usa da pessoa para nos falar o que precisamos ouvir naquela hora.
Quando uma pessoa vem reclamar comigo, de uma confissão ou dialogo, que deixou apenas um vazio, eu já pergunto antes: Você orou por este momento? Pediu auxilio ao Espírito santo?
Não podemos nos apegar a pessoa a ser usada naquele momento para nos instruir.
Eu ja tive um orientador, que me ajudou muito! Eu admirava seu modo de ser. Ainda bem que Jesus me formou através da vida dele, a olhar pra Jesus acima de tudo! Pois se não fosse assim, se eu olhasse hoje para este orientador, eu desistiria de tudo o que aprendi.
Pois parece que ele recolhe as coisas que um dia me ensinou a renunciar!
Hoje me vejo no compromisso de orar por ele, e louvar pelos muitos momentos bons que Deus nos permitiu partilhar juntos.
Não sei se ele passou a orar menos…ou se eu orei menos do que devia por ele…
Porem sei que o tempo que Jesus nos proporcionou foi frutuoso em minha vida!
Louvo a Deus por tudo!
(Sol)

 

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