QUANDO O MUNDO SILENCIA……O SILENCIO ME FALA DE DEUS! (Sol)

...libertos do inimigo, a ele nós sirvamos sem temor em santidade e em justiça diante dele, enquanto perdurarem nossos dias.

Salmo (Lucas 1,69-75)

 
 
 
 

Deus tem poder para cumprir o que prometeu.

 

Primeira leitura (Romanos 4,20-25)

 
 

 
 

...a vida de um homem não consiste na abundância de bens.

 

Evangelho (Lucas 12,13-21)

 
 
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Comentário ao Evangelho do dia feito por
S. Basílio (cerca 330-379), monge e bispo em Capadócia, doutor da Igreja
Catequese 31
 
Amontoar para si próprio ou ser rico com os olhos postos em Deus?
 
«Que hei-de fazer?
Vou aumentar os meus celeiros!
» Porque eram as terras
deste homem tão produtivas, se ele fazia tão mau uso da sua riqueza? É para mais intensamente se ver a manifestação da imensa bondade de um Deus que estende a Sua graça a todos,
«pois Ele faz que o sol se levante sobre os bons e os maus e faz cair a chuva sobre os justos e os pecadores» (Mt5,45).
[…] Eram estes os benefícios de Deus para com este rico: uma terra
fecunda, um clima temperado, abundantes colheitas, bois para o trabalho, e tudo o que assegurasse a prosperidade.
E ele, que dava em troca?
Mau humor, taciturnidade e egoísmo.
cofre porquinho[1]Era assim que agradecia ao seu benfeitor.
Esquecia que pertencemos todos à mesma natureza humana; não pensou que devia distribuir o que lhe sobrava aos pobres; não fez nenhum caso destes mandamentos divinos: «não negues um benefício a quem precisa dele, se estiver nas tuas mãos concedê-lo» (Prov 3,27),
«não se afastem de ti a bondade e a fidelidade» (3,3),
«partilha o teu pão com quem tem fome» (Is 58,7).
Todos os profetas, todos os sábios lhe gritavam estes preceitos, mas
ele fazia ouvidos de mercador. Os seus celeiros rachavam, muito pequenos para o trigo que lá se acumulava, mas o seu coração não estava satisfeito.
[…] Ele não queria desfazer-se de nada, mesmo não chegando a armazenar tudo.
Este problema incomodava-o:
«Que hei-de fazer?»
perguntava constantemente.
Quem não teria piedade de um homem assim obcecado?
A abundância tornava-o infeliz […]; lamentava-se tal e qual como os
indigentes:
«Que hei-de fazer? Como hei-de alimentar-me, vestir-me?»
[….]Observa, homem, quem foi que te cumulou de dons.
Reflecte um pouco sobre ti próprio:
Quem és tu? O que é que te foi confiado?
De quem recebeste esse encargo?
Porque fostes tu o escolhido? Tu és servo do bom Deus; tu estás
encarregado dos teus companheiros de serviço.
[… «Que hei-de fazer?»
A resposta é simples:
«Saciarei os famintos, convidarei os pobres.
[…] Vós
todos a quem falta o pão, vinde possuir os dons concedidos por Deus, que jorram como que de uma fonte».
 
 
 
 
 
 
 

 

Oração Sacerdotal
Autor: Santa Teresa de Lisieux

 
 

Oh Jesus!
Eu rezo para os vossos sacerdotes fiéis e fervorosos,

para os vossos sacerdotes quente e infiel,

por seus sacerdotes que trabalham perto ou em missões distantes,

os seus sacerdotes que sofrem a tentação, os vossos sacerdotes que sofrem a solidão e desolação, por seus sacerdotes que foram destaque para lugares distantes e inóspitos, longe de suas famílias e amigos para se opor as mudanças dentro de sua Igreja, para os vossos sacerdotes jovens, para os vossos sacerdotes idosos, por sua padres doentes, morrendo para o seu sofrimento padres no purgatório.
Mas acima de tudo confio aos sacerdotes que são queridos para mim, o padre que me batizou, que me deu minha primeira comunhão, que me deu a confirmação – o que me deu o sacramento do matrimônio – para que eu absolvido dos meus pecados, os padres em cuja missas que eu ajudei e que me deu Seu Corpo e Sangue na Santa Comunhão, os sacerdotes que ensinou e me instruiu, incentivou e me aconselhou a todos os sacerdotes a quem devo uma liga de dívida de gratidão, especialmente para

(você pode mencionar o seu pastor).

Ó Jesus, mantê-los todos perto de seu coração e dar bênçãos abundantes no tempo e na eternidade!
Amém

 
 
 

Oração para a Santa Igreja e os sacerdotes
Autor: Santa Faustina Kowalska

Oh meu Jesus, eu oro para toda a Igreja:

concedei-nos o amor ea luz do seu Espírito e dar poder às palavras dos sacerdotes, para que os corações endurecidos amaciado e voltar para você, Senhor.
Senhor, dai-nos sacerdotes santos; Mantenha-se em santidade.

Ó Divino e Sumo Sacerdote Grande, que o poder da Vossa Misericórdia, por toda parte acompanhá-los e protegê-los das armadilhas e ciladas do demônio, sendo constantemente esticadas para as almas dos sacerdotes.
Que o poder da tua misericórdia, Senhor, destruir e para arruinar o que poderia manchar a santidade dos sacerdotes, já que você pode fazer todas as coisas (1052).
Ó meu Jesus amado, eu rezo para o triunfo da Igreja, pela bênção do Papa e todo o clero, , pela graça da conversão dos pecadores endurecidos, torna-se especialmente aqueles que têm o coração endurecido.
Peço-Te, Jesus, uma bênção especial e luz para os sacerdotes a quem confesso toda minha vida (240).

 
 
 

“Eu ofereço a minha vida por aqueles que são submetidos ao bispo, aos presbíteros e aos diáconos.

Que eu possa com eles ter parte em Deus.

Trabalhai juntos uns para os outros, lutai juntos, correi juntos, sofrei juntos, dormi e vigiai juntos como administradores de Deus, seus assessores e servos.

Procurai agradar Àquele pelo qual militais e do qual recebeis os favores.

Que nenhum de vós seja desertor. O vosso baptismo permaneça como um escudo, a fé como um elmo, a caridade como uma lança, a paciência como uma armadura” (6, 1-2).

Santo Inácio de Antioquia

 
 
 
 

 

 
 
 

Não há flores no deserto onde tu moras
Nem a água salta por entre as pedras que pisas
Secaram as nascentes da tua vida
E o sem rumo faz-te companhia
Desde que deixaste de acreditar.

Não há flores no deserto onde tu moras
Mas é presente o deserto dentro de ti
Espaço aberto para o viço e o novo
Onde todas as fontes serão torrente
Do vinho da alegria e da fé.

Não há flores no deserto onde tu moras
Mas é convite o deserto dentro de ti
Caminho palmilhado na esperança de chegar
À terra que és e que será nova


Quando o milagre do grão de trigo irromper.

Não há flores no deserto onde tu moras
Mas o deserto é convite, caminho e presente
Dentro de ti.

Pe. Afonso

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A mística da sala de cima

Os apóstolos voltaram para Jerusalém, pois encontravam-se no chamado monte das Oliveiras, não muito longe de Jerusalém: a uma caminhada de sábado. Entraram na cidade e subiram para a sala de cima, onde costumavam hospedar-se. Ali estavam Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago filho de Alfeu, Simão Zelota e Judas, filho de Tiago.

Todos eles tinham os mesmos sentimentos e eram assíduos na oração, juntamente com algumas mulheres, entre as quais Maria, Mãe de Jesus, e com os irmãos de Jesus.” (Act, 1, 12-14).

Depois da Ascensão de Jesus a comunidade dos discípulos reúne-se na sala de cima. Estavam lá os apóstolos, algumas mulheres e também a mãe de Jesus.

O grupo dos que andaram com Jesus volta a reunir-se.

Voltam ao mesmo lugar, ao mesmo espaço que segundo a tradição, foi o último antes dos últimos acontecimentos de Jerusalém.

Voltam ao Cenáculo, à sala de cima.

É nesse lugar, familiar de todos, que a comunidade dos discípulos volta a reunir-se depois da ressurreição de Jesus e da sua Ascensão.

O livro dos Actos não nos revela o quotidiano desta primeira comunidade reunida. Entre a Ascensão e o Pentecostes.

Mas podemos imaginar o efeito congregador desta sala, que volta a reunir, a unir num só coração, num mesmo sentimento, aqueles que andavam dispersos.

Aqueles que o medo, o desgosto, a morte tinha dispersado.

Agora une-os um mesmo sentimento e na oração preparam a missão.

A comunidade que se estrutura na sala de cima reza e prepara-se para escancarar as portas. O eco dessa espera é apenas silencio.

A sala de cima é o local da espera.

Da expectativa.

Do aguardar que se cumpram as promessas.

Jesus prometera o Paráclito.

A comunidade reunida na sala de cima aguarda a expectativa dessa vinda.

E nesse aguardar reza, congrega-se, une-se, junta-se num mesmo sentir.

Há muito silêncio na sala de cima.

Silêncio que regenera e cura a saudade do Mestre que partira, preparando a vinda do Espírito.

O silêncio habita a sala de cima. Silêncio orante que congrega corações feridos e desfaz as ilusões de poder.

Silencio que antecipa e prepara o escancaramento e a explosão do fogo novo. A sala de cima prepara no silêncio e na oração o movimento na direcção do mundo.

Na sala de cima faz-se memória dos factos que aconteceram em Jerusalém… memória que se resgata, acomoda, para ser sintetizada no discurso de Pedro quando o vento impetuoso escancara as portas e faz proclamar a Palavra às nações, gritando-lhes o mistério redentor.

Podemos aprender-resgatar com a comunidade reunida a mística da sala de cima. Mística que impregnará a vida e a missão.

Aprender a silenciar e não ter pressa de escancarar as portas.

O silêncio fecunda as palavras a serem ditas e o anúncio proclamado leva o selo do Mistério integrado.

Aprender a congregar e a fazer comunidade.

Comunidade unida nos mesmos sentimentos.

Reunida para a oração.

Alicerçada na Eucaristia.

Para que a missão leve ao mundo a cor do ressuscitado.

A mística da sala de cima faz de nós pessoas orantes, silenciosas, fecundadas pelo mistério, unidas num só coração, centradas na eucaristia, transformadas por Cristo ressuscitado.

A sala de cima abre-nos as portas para que saibamos aprender do exemplo de uma comunidade silenciosa, semente de uma rede de comunidades geradas a partir da explosão do Pentecostes.

Saibamos mover-nos entre a vida e a sala de cima. Dentro de nós mora a capacidade de constantemente “ir” à sala de cima e ali resgatarmos e fecundarmos a nossa vida.

 Pe. Afonso

Pe. José Luis

afonso@comunidadeshalom.org

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Santo Inácio de Antioquia

As sua cartas são um vivo acesso a mente e a personalidade do homem que amou apaixonadamente a Jesus e dava expressões vívidas de sua fé.
Ele chamava a Eucaristia “o remédio da imortalidade”, o “antídoto da morte”. Para ele “Jesus na cruz fisgou o demônio como um peixe, com a isca do seu próprio Corpo”.
A mais conhecida de suas cartas é a que ele enviou aos cristãos romanos.
Nela, ele os implora a não interferirem no seu martírio e declara ser apaixonadamente devoto a Cristo e que não quer perder a chance de ter uma morte violenta e diz:

” Permitam-me seguir o exemplo do sofrimento do meu Deus e meu Senhor”.

 
 

 

Santo Agostinho:

“Na hora da morte, as Missas à que houveres assistido, serão a tua maior consolação. Um dos fins da Santa Missa, é alcançar para ti o perdão dos teus pecados. Em cada Missa, podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados, pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor.

 
 

Agradeçamos, pois, ao Divino Salvador por Ter nos deixado este meio infalível de atrair sobre nós as ondas da divina misericórdia.

A Santa Missa é uma embaixada à Santíssima Trindade; de inestimável valor; é o próprio Filho de Deus que a oferece.”

(São João Vianney, o Cura D’ars)

 

 São Tomás de Aquino:

“O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece à Deus a sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens.

Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor.

 
 

 

 

Papa-Bento-XVI

 

HOMILIA DO PAPA BENTO XVI

Domingo, 11 de Setembro de 2011

De onde partir, como de uma fonte, para recuperar e confirmar a primazia de Deus?

 Da Eucaristia: aqui Deus torna-se tão próximo que se faz nosso alimento; aqui Ele faz-se força no caminho muitas vezes difícil; aqui torna-se presença amiga que transforma.

Já a Lei conferida por meio de Moisés era considerada como «pão do céu», graças ao qual Israel se tornou o povo de Deus, mas em Jesus a palavra última e definitiva de Deus faz-se carne, vem ao nosso encontro como Pessoa.

Ele, Palavra eterna, é o verdadeiro maná, é o Pão da vida (cf. Jo 6, 32-35) e realizar as obras de Deus significa crer nele (cf. Jo 6, 28-29).

Na última Ceia, Jesus resume toda a sua existência num gesto que se inscreve na grande Bênção pascal a Deus, gesto que Ele vive como Filho, como acção de graças ao Pai pelo seu amor imenso.

Jesus parte o pão e distribui-o, mas com uma nova profundidade, porque Ele se doa a Si mesmo.

Toma o cálice e compartilha-o, para que todos possam beber dele, mas com este gesto Ele estabelece a «nova Aliança no seu sangue», entrega-se a Si mesmo.

Jesus antecipa o gesto de amor supremo, em obediência à vontade do Pai: o sacrifício da Cruz.

A vida ser-lhe-á tirada na Cruz, mas já agora Ele a oferece por Si mesmo.

Assim, a morte de Cristo não se reduz a uma execução violenta, mas é transformada por Ele num livre gesto de amor, de autodoação, que atravessa vitoriosamente a própria morte e confirma a bondade da criação que saiu das mãos de Deus, humilhada pelo pecado e finalmente redimida.

Este dom imenso torna-se-nos acessível no Sacramento da Eucaristia: Deus doa-se-nos, para abrir a nossa existência a Ele, para a envolver no mistério de amor da Cruz, para a tornar partícipe do mistério eterno do qual nascemos e para antecipar a nova condição da vida plena em Deus, à espera da qual nós vivemos.

 
 
 

 

PENSAMENTO…

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QUANDO VEJO MINHAS TENTATIVAS DE TESTEMUNHAR MINHA FÉ, SEREM EM VÃO…

CLAMO A DEUS…

NA ESPERANÇA DE QUE ELE OUÇA MINHA ORAÇÃO…

E PREPARE UM MOMENTO DE CONVERSÃO NA VIDA DOS QUE AMO

COMO FEZ COM O APÓSTOLO PAULO,

OU COM SANTO AGOSTINHO…

 QUANDO ME VEJO IMPOTENTE,

PERCEBO O QUANTO NECESSITO  DA MISERICÓRDIA  DE DEUS.

 PORQUE…

DE QUE ADIANTARÁ QUE EU DEIXE RASTROS DE DEUS PELO CAMINHO…

SE OS CAMINHANTES FOREM CEGOS?

(Sol)

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PARTILHA PESSOAL:

ONDE ENCONTRAR A PAZ?

 

A SANTA COMUNHÃO  NOS DIRECIONARA A ENCONTRAR JESUS DE VÁRIOS MODOS E SITUAÇÕES…

NA NATUREZA…NO POBRE…NA CRIANÇA…NO MILAGRE DA VIDA!

E QUANDO JESUS ACHAR NECESSÁRIO USAR DE ALGUMA PESSOA,

LHE CONCEDENDO DONS…PARA CHEGAR AO NOSSO CORAÇÃO.

NÃO DEVÍAMOS IDEALIZAR A PESSOA, DIVULGANDO SEUS DONS E INFLUENCIANDO OUTROS…COMO SE UMA PESSOA IMPERFEITA COMO EU, FOSSE UMA FONTE DE CURA E LIBERTAÇÃO!

E SIM NOS PROSTRAMOS JUNTOS DIANTE DO SACRARIO, E AGRADECERMOS  PELA MISERICÓRDIA DE DEUS, QUE AINDA HOJE QUER PRECISAR DE NÓS…

E DO MESMO MODO QUE ME CONCEDE ALGUM DOM HOJE,

PODE TIRA-LOS AMANHA…

POIS NADA VEM DE NÓS,TUDO PROVEM DA MISERICÓRDIA DE DEUS.

SE EU OREI POR ALGUÉM, ME PROSTRO  DIANTE DO ALTÍSSIMO

SE EU RECEBI ORAÇÃO DE ALGUÉM, ME  PROSTRO DIANTE DO ALTÍSSIMO

NÃO TENHO NADA CONTRA AS EXPERIÊNCIAS DE CURA E LIBERTAÇÃO, OU DE REPOUSO NO ESPÍRITO..

MAS DESCOBRI A FONTE DE CURA E LIBERTAÇÃO!

A SANTA MISSA…A SANTA EUCARISTIA…

A CONTRIÇÃO DE CORAÇÃO NO CONFESSIONÁRIO…

NÃO BUSCO MAIS CURA EM PESSOAS…E SIM  EM DEUS.

E QUANDO ELE ACHAR NECESSÁRIO QUE EU VIVA NOVAMENTE

UMA EXPERIÊNCIA PROFUNDA, COMO O REPOUSO NO ESPÍRITO,

OU DESEJAR SE USAR DA VIDA DE ALGUM IRMÃO PARA ME REVELAR ALGO.

NÃO SAIREI EM BUSCA FRENÉTICA DISSO…

A OPORTUNIDADE DE VIVER ESTE MOMENTO,

É O ESPÍRITO SANTO DE DEUS QUEM AGENDARÁ EM MINHA VIDA.

E QUANDO MENOS ESPERAR, ELA ACONTECE.

(Sol)

 
 
 
 
 
 

TESTEMUNHO

Vivi um momento de oração magnifico neste sábado.
Conduziram um louvor, e depois um momento de acolhida e abraço fraterno, disseram que os participantes mais antigos, se aproximassem dos mais novos, para acolhe-los no amor.
Neste dia, pedi para embalar o bebe, de uma amiga, da qual fui madrinha de casamento.
Eu me sentia envergonhada, pois na correria da vida, não tinha encontrado tempo,  para visita-la quando o bebe nasceu.
 
Enquanto todos se direcionaram a buscar alguém pra viver o momento.
Eu estava sentada, com o bebe no colo, para ser descanso para a mãe.
Acomodei-o no meu ombro…e ele enlaçou seu bracinho em meu pescoço…
Fechei os olhos e rezei:
 
“JESUS EU ACOLHO HOJE, O MAIS NOVO PARTICIPANTE DA COMUNIDADE, O PEQUENO MIGUEL, FAZ DO MEU COLO, UM NINHO DE AMOR, COMO FAÇO COM MINHAS MÃOS QUANDO AS COLOCO EM FORMA DE CONCHA PRA RECEBE-LO NA SANTA EUCARISTIA.”
 
E uma imensa paz inundou meu coração…sentia a quietude do Miguel adormecido em meu ombro. Seu bracinho enlaçado em meu pescoço…me fez sentir  o amor de Deus, manifestado no abraço de um anjo!
Cheguei a pensar que o mundo poderia acabar naquele momento de paz e quietude!
Eu morreria feliz!
E já estava no céu!
 
Este foi um momento de repouso no espírito, no escondimento…no silencio amoroso da misericordia de Deus.
 
Louvemos a Deus, pois ele não olha nossas limitações e misérias, e nos proporciona já aqui neste mundo…
MOMENTOS DE CÉU!!!
 
OBS: Quando o momento de oração acabou…aproximei-me de minha amiga, e pedi perdão por as vezes me diexar influenciar pela correria frenética do mundo, e esquecer-me de ser presença na vida dos meus irmãos.
 
 

 
 
 
 

Hino do oficio das leituras

Cantando teus louvores, ó pura Mãe de Deus!
Os hinos que entoamos se elevam até os céus.
Do Adão terrestre filhos, nascemos para o mal;

Só tu cremos isenta da culpa original.

Teus níveos pés esmagaram as fauces do dragão,
Ó Virgem concebida em pura conceição.

Florão do estirpe humana, que amparas todo réu:
Ajuda-nos na terra, conduze-nos ao céu.

Esmaga a vil serpente, repele o tentador;

Contigo cantaremos as glórias do Senhor.
Louvor e honra ao Deus trino, que tanto te amou,
Pois já antes do pecado da culpa te livrou!

A vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus.

Não desprezais as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos de todos os perigos ó Virgem gloriosa e bendita,


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