“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno.” Salmo 139:23-24

 

natividade joao

 

Boa Nova para cada dia

seu nome é João (Lc 1,63).

O Evangelho de Lucas narra com solenidade o nascimento e a escolha do nome de São João Batista.

A narrativa atinge seu ponto de maior interesse quando Zacarias, seu pai, que estava mudo, escreve em uma tabuleta: … seu nome é João (Lc 1,63).

Significa, em hebraico, “Deus foi benigno”. Benigno com seu pai, Zacarias, que não acreditou que teria um filho, e com Isabel, que, apesar da idade avançada teve este filho.

Escrito o nome do menino na tabuleta, Zacarias volta a falar para admiração de todos. Foi o que bastou para que esse fato fosse difundido, boca a boca, por toda a região montanhosa da Judeia. Como tudo estava relacionado ao nascimento de João, todos perguntavam: o que virá a ser deste menino? (Lc 1,66).

Por meio de São Lucas sabemos que São João Batista: vivia no deserto até o dia em que se manifestou a Israel (Lc 1,80).

No entanto, como se manifestou a Israel?

A resposta está em Lucas 3,1-20, com muitos detalhes. Este trecho merece ser lido com calma, individualmente.

O que mais importa é o que São João Batista significa para a vinda do Filho de Deus.

Isto está claro na solene introdução que São João Evangelista faz de seu Evangelho:

Houve um homem enviado por Deus.

Seu nome era João.

Este veio como testemunha, para dar testemunho da Luz,

a fim de que todos cressem por meio dele. (Jo 1,6-7).

Ele não era a luz, mas veio para testemunhar a Luz (Jo 1,8).

a Luz verdadeira que, vindo ao mundo, ilumina todo homem.

Reparemos como para o Evangelho de São João importa dizer que São João Batista veio dar testemunho de Jesus chamado Luz do mundo. E Jesus mesmo se dirá Luz do mundo mais tarde. Está escrito em João 8,12:

- Eu sou a Luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a Luz da Vida.

São Lucas diz também que São João Batista veio anunciar Jesus como Astro das Alturas, em Lucas 1,78:

Graças ao misericordioso coração do nosso Deus,

pelo qual nos visita o Astro das Alturas,[é Jesus, visto como o sol no alto do céu]

para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte,

para guiar nossos passos no caminho da paz.

Portanto, São João Batista é importante para o Evangelho e para nós porque anunciou Jesus Cristo como Luz que ilumina para a Salvação eterna. Pensemos nisso e entenderemos o que essas passagens dos Evangelhos nos dizem.

Além disso, entenderemos porque a tradição popular católica festeja São João Batista com uma fogueira. Não é para São João Batista que a fogueira é acesa. É para Jesus, que disse: Eu sou a Luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a Luz da Vida.

Autor: Pe. Valdir Marques, SJ

http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp

 

barrinhas98

 

 

biblia4555Comentário do dia São Máximo de Turim
(?-c. 420), Bispo – Sermão 99; PL 57, 535

«Ele é que deve crescer, e eu diminuir»

Com razão pode João Baptista dizer de Nosso Senhor: «Ele é que deve crescer, e eu diminuir» (Jo 3,30), porque ainda hoje tem lugar o que essa afirmação nos diz; com efeito, os dias começam a crescer quando nasce o nosso Salvador, e a diminuir quando João nasce […], quer dizer, é evidente que o dia fica mais comprido logo que nos nasce o Salvador, e mais pequeno quando nasce o último dos profetas, pois está escrito: «A Lei e os Profetas subsistiram até João» (Lc 16,16). Era pois inevitável que a observância da Lei mergulhasse nas trevas no momento em que começasse a brilhar a graça do Evangelho, e que às profecias do Antigo Testamento se sucedesse a glória do Novo. […]

Diz ainda o Evangelista a propósito do Senhor, Jesus Cristo, que «era a Luz verdadeira que […] a todo o homem ilumina» (Jo 1,9). […] Foi no preciso momento em que a duração da noite ultrapassava a do dia que, de repente, a vinda do Senhor projectou todo o seu esplendor; e se o seu nascimento afastou dos homens as trevas do pecado, a sua vinda pôs fim à noite e trouxe-lhes a luz do dia claro. […]

De João, o Senhor diz que é uma lâmpada: «João era uma lâmpada ardente e luminosa» (Jo 5,35). Ora, a luz da lâmpada empalidece assim que brilham os primeiros raios do sol; a sua chama perde força, vencida pelo esplendor duma luz muito mais radiosa, e qual será o homem sensato que quererá servir-se duma lâmpada em sol aberto? […] Quem estará disposto a receber o baptismo de arrependimento de João (Mc 1,4), quando o de Jesus lhe traz a salvação?

http://evangelhoquotidiano.org

natividade-sao-joao-batista

barrinhas98

salmo139

barrinhas98

salmos 139 vs 13 e 14

barrinhas98

eucaristiamaria.jpg

“Bem-aventurada Mãe de Deus,
purifique meu corpo para que seja o tabernáculo de Jesus,
menos indigno de possuí- lo quando se digne vir a mim
na Santa Comunhão.”
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)

jesus-eucaristico2

Não compreenderam que,
quando toda alegria do céu vem a um coração,
esse coração exilado
não pode suportá-lo sem derramar lágrimas.
(Santa Teresinha do menino Jesus)
teresinha montanha
rosa vidro
O Antigo Testamento contém numerosas orações.
O Livro dos Salmos recolhe 150 orações, obra-prima de oração, sempre actual, porque são orações insiradas pelo Espírito Santo e profundamente inseridas na vida do Povo de Deus. Eles ajuda-nos a louvar a Deus pelas maravilhas da criação e pelas obra admirável da salvação.
Os Salmos são Palavra de Deus rezada e cantada, fazem memória das promessas de Deus já realizadas e alimentam a esperança da vinda do Messias, que as cumpe definitivamente.
Jesus orou com os Salmos, tal como testemunham os Evangelhos, e continuam na oração da Sua Igreja. Se a Bíblia, no seu conjunto,
“fala” das obras que Deus; os Salmos Lhe “cantam” os louvores.
Em vário livros podemos encontrar orações belissimas, mas os Salmos nunca perdem actualidade porque são inspirados pelo Espírito Santo, Ele o Mestre da oração, por isso, os Salmos, ainda hoje, não cessam de nos ensinar a orar.
(Cf. Catecismo da Igreja Católica, nº 2585 ss.)
 
 
 
Salmo139Teresmirefugio
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Santo Agostinho

Busca de Deus e Contemplação

Busca de Deus e contemplação são inseparáveis para Santo Agostinho.
Seu itinerário vital é a aventura de um explorador que busca a Deus na beleza da natureza, na riqueza inesgotável da Sagrada Escritura, na profundidade de si mesmo, mais íntimo do mais íntimo em nós (cf. A doutrina cristã 1,33,37),
na vida da Igreja, nos acontecimentos da história.
O ponto central da antropologia agostiniana é o homem imagem de Deus. Enquanto criado, é imagem de Deus, ainda que imagem imperfeita (A Trindade 10, 12,19) e, ao mesmo tempo, mendigo de Deus
(cf. Sermão 56,9).
 
Deus deve ser buscado mesmo ainda quando já foi encontrado: «“Buscai sempre a sua face”, a fim de que o encontro não traga um termo a esta busca, que representa o amor, mas com o aumento do amor cresça também a procura daquele que foi encontrado» (Comentário ao Salmo 104,3).
 
Busca permanente. “Toda tarefa desta vida é a cura do olho do coração com o qual se pode ver Deus” (A doutrina cristã 1,36,40).
A busca de Deus constitui a essência da contemplação.
A atitude diante de Deus não pode ser outra que a de adorar, dar graças, louvar, sentir-se feliz que é a essência da oração e da contemplação.
Por que pensar que a contemplação está reservada a um grupo minoritário de pessoas ou que se trata de fenômenos extraordinários?
Provavelmente porque esquecemos que a contemplação é obra do Espírito Santo que age em nós mediante seus dons gratuitos.
 
Recolho um texto de Thomas Merton: “Na verdade, não se concederá a contemplação àqueles que voluntariamente se afastam de Deus, que reduzam toda a sua vida interior ao cumprimento rotineiro de exercícios de piedade e atos externos de adoração e serviço, realizados como um dever. Estas pessoas procuram evitar o pecado e respeitam a Deus como um senhor, porém o seu coração não lhe pertence, pois não estão realmente interessados nEle a não ser que seja pela intenção de assegurar o céu e evitar o inferno, porém na realidade dos fatos, as suas mentes e os seus corações estão absorvidos em suas próprias ambições, preocupações, comodidades, em seus prazeres e em todos os seus interesses, ansiedades e temores mundanos. Convidam a Deus a entrar em suas interioridades confortáveis só para que lhes resolva as dificuldades e lhes outorgue as suas recompensas” (Meditação e contemplação,
Ed. PPC, Madri 1997).
 
Portanto, a contemplação não é homologável com estética espiritual e nem admite intermitências. Não há um horário para a contemplação.
“Tenha o gosto voluntário do silêncio, e a palavra do ensinamento segundo a necessidade… Tua alegria esteja na audição da palavra de Deus, e somente a necessidade te leve a falar. Por que queres falar e não ouvir?
Sempre pronto a sair, demoras a voltar para dentro.
Teu mestre está no teu interior…
Se, porém, te agrada tanto arrojar-te na ação externa, acautela-te de inchar-te do lado de fora, sem poderes voltar pela porta estreita (cf Mt. 7,17), e que não possa te dizer teu Deus: “Entra na alegria de teu Senhor…”
(Comentário ao Salmo 139,15).
 
 
http://www.agostinianas.com.br/santoAgostinho/oracoes/buscaDeus.aspx
 
 
nome nascimento
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SONDA-ME, Ó DEUS!
 
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno.Salmo 139:23-24
 
Nós vemos a evidência da profundidade do relacionamento de David com Deus neste Salmo. Ele certamente era um homem segundo o coração de Deus, como diz a Escritura (1 Samuel 13:14).
 
Nesta oração David convida Deus para provar suas inquietações e conhecê-lo. E o foco aqui é diretamente sobre o que está dentro dele. Ele quer que Deus olhe dentro dele, a sua pessoa interior, de modo que ele esteja certo de que Deus sabe
o que está em seu coração.
 
No Salmo 26:2 ele diz:
“Sonda-me, Senhor, e prova-me, examina o meu coração
e a minha mente.”
Todo filho de Deus deve instar o Espírito Santo para sondar profundamente dentro de seu coração para ver se estão permanecendo
na Palavra de Deus e fazendo a Sua vontade.
 
O que David se preocupa e quer que Deus procure é “se em minha conduta algo te ofende.” Ou “Deus olhe para qualquer coisa em mim que cause dor.” David quer que Deus lhe mostre alguma ofensa, de modo que possa ser corrigida.
 
A frase, “dirige-me pelo caminho eterno” está falando sobre “o caminho de Deus”, ou “o caminho da justiça.”
Assim, o pedido é que Deus o ajude a não andar de uma forma ofensiva, mas no caminho Dele.
Como cristãos, devemos estar solicitando a mesma coisa que David estava pedindo a Deus: “Há pensamentos pecaminosos, mas intenções ou falhas que lhe causam dor Senhor?
Estou magoando alguém?
Estamos dispostos a orar como David? Temos que ter um coração humilde para pedir a Deus para nos mostrar as
nossas fraquezas e os nossos pecados.
 
 
Por causa do orgulho geralmente queremos esconder todas os nossas erros e pecados. A maioria de nós não queremos pensar neles ou lidar com eles. Nós não queremos que os outros vejam as nossas falhas e muitas vezes nós respondemos vivendo em negação, embora Deus sabe de tudo. Na maioria das vezes, quando alguém nos lembra de algo, ficamos na defensiva e nos recusamos a lidar com a situação e admitir o nosso erro.
 
Precisamos de humildade para orar como David, porque quando oramos desta maneira, estamos pedindo a Deus para corrigir os nossos problemas, para que possamos novamente ter comunhão com nosso Senhor, porque o pecado nos separa
do nosso Pai celestial.
Quando humildemente admitimos e confessamos nossos pecados a Deus é quando nós crescemos em nossa vida cristã.
É somente quando nós somos completamente honestos com Deus que Ele pode nos ajudar com nossos problemas e nos mostra coisas que muitas vezes nós estamos demasiados cegos para ver.
Precisamos realizar que Deus já conhece todas as nossas “ofensas”, e provavelmente outras pessoas também as reconhecem.
Então, em vez de viver em negação e ser defensivo, precisamos pedir a Deus por ajuda. Como crentes, não devemos fugir de Deus com as nossas lutas, devemos correr para Deus em busca de ajuda e uma renovada relação com Ele.
 
Se você ainda não confiou no Senhor Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, você pode fazer isso agora, porque Deus nos ama e quer que sejamos salvos por Sua graça e ser vivificado com Cristo, porque é por Sua rica misericórdia e graça que somos salvos. (Efésios 2:4-5)
 
Precisamos estar cientes de que Deus nos dá uma escolha e as consequências são nossas porque “o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo” (Hebreus 9:27).
Como o Senhor disse a Jeremias:
“Eu sou o Senhor que sonda o coração e examina a mente,
para recompensar a cada um de acordo com a sua conduta,
de acordo com as suas obras.”
(Jeremias 17:10)
 
http://mvmportuguese.wordpress.com/2012/10/14/sonda-me-o-deus-salmo-13923-24/
Salmo 139

barrinhas98


Oração do Abandono

Meu Pai, entrego-me a vós. Fazei de mim o que for do vosso agrado.
O que quiserdes fazer de mim eu vos agradeço.
Estou pronto (a) para tudo.
Aceito tudo, desde que a vossa vontade se realize em mim e
em todas as vossas criaturas.
Não desejo outra coisa, meu Deus!
Deponho minha alma em vossas mãos.
Eu vo-la dou, meu Deus, com todo o amor do meu coração porque vos amo,
e porque é para mim uma necessidade de amor,
dar-me, entregar-me em vossas mãos, sem medida,
com uma confiança infinita,
pois sois meu Pai.
Padre Charles de Foucauld
toca me senhor...
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barrinhas98
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BomDiaSalmo_byandmania

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